Confira alguns fatos importantes sobre a Hipnose

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  • O Poder da Hipnose

    O Poder da Hipnose

    O dom mais precioso da vida é a saúde, e esta é definida como ausência de doença. A doença é o mal estar físico, psíquico e social do individuo; é o desequilíbrio, desconforto que se dá no corpo e na alma. Quando estamos bem, tudo ao nosso redor se apresenta bem e as pessoas felizes; em contrapartida, quando doente, tudo parece sem graça e insurpotável. Mas o que seria da saúde se não fosse a doença? A percepção de uma depende da sensação da outra e só damos valor à saúde quando estamos doentes.

    Cientistas afirmam que a maioria dos males físicos provém de desequilíbrios mentais. Sabemos que o cérebro é o instrumento de manifestações do espírito e que este - ou a alma
    - traz consigo os dons e talentos; aprendizados positivos e negativos; e distúrbios físicos e psíquicos. Sejam quais forem os distúrbios, manifesta-se ele na mente ou no corpo, presume-se que o melhor caminho para a cura é a via mental.

    Há muita coisa mal resolvida na vida que precisa ser reajustada. Na infância pode ter havido excesso de repreensão: muitos “nãos”: ...não pode..., ...é perigoso..., ...cuidado.... A criança faz traquinice; e, por isso, é punida, fica de castigo e apanha. Pais violentos, alcoólatras, mães displicentes e carência afetiva trazem repercussão na vida adulta. O inconsciente fica sobrecarregado de complexos de toda grandeza: inibição em falar em publico, fobias, gagueiras, entre outros.

    Os fatos marcantes e traumáticos do passado são a origem de complexos de emoções, sensações e pensamentos que ficam guardados no inconsciente. Numa fase posterior aos acontecimentos  traumáticos,  esses  complexos  inconscientes  podem  ser  ativados  e  se
     
    manifesta - de algum modo - no novo corpo; gerando sintomas e comportamentos estranhos e inadequados à personalidade atual.

    No texto de Freud “Tratamento psíquico (ou anímico)”, a hipnose destaque-se de outros temas pelo seu valor de “cura”: os efeitos da linguagem sobre o corpo - como ajuda a remover sintomas – contribuindo, assim, para o indivíduo encontrar um novo ponto de equilíbrio interior.

    “Entre o corpo e o espírito há um vínculo de reciprocidade marcado pela magia das palavras sobre o corpo" [1], onde as palavras do hipnotizador - consideradas por ele "mágicas" - comandavam as atividades, visando o alivio dos sintomas através das recordações que estavam ligadas ao sintoma, na medida em que o paciente falava.

     

    O QUE É HIPNOSE?


    Muitas pessoas acreditam que a hipnose é um jogo teatral, mas na verdade, ela é um estado neurológico especial. Nele, o cérebro focaria a atenção no assunto sugerido pelo hipnotizador, sem focar a atenção para outras informações registradas naquele momento.

    Na década de 50, a Associação Médica Britânica e a Norte-Americana adotaram uma definição para a hipnose: "uma condição temporária que pode ser induzida por outra pessoa e em que uma variedade de fenômenos pode ocorrer, espontaneamente, ou em reação a estímulos verbais; ou, de outra ordem. Esses fenômenos incluem alterações na consciência e na memória, aumento da suscetibilidade à sugestão e à produção de reações e de idéias estranhas ao indivíduo no seu estado de espírito normal. Além disso, fenômenos como a anestesia, paralisia, rigidez de músculos, alterações vasomotoras, suor e enrrubecimento podem ser produzidos ou removidos no estado hipnótico".

    Bibliografia: CientiFico, ano II,VI, Salvador, por Christina Assis Cardoso e Karla Oliveira Guimarães 

     
  • O Segredo da Saúde

    O Segredo da Saúde

     

    Cinco povos ao redor do mundo se destacam pela longevidade: eles vivem, em média, dez anos a mais do que o restante da humanidade. Conheça agora seus principais hábitos de vida

    As respostas estão no livro Os segredos das pessoas que nunca ficam doentes, lançado nos EUA. Em suas andanças,

    Stone percebeu que cinco povos eram os mais saudáveis: a Barbagia, na Itália; Okinawa, no Japão; a comunidade dos

    Adventistas do Sétimo Dia, na Califórnia; a Península de Nicoya, na Costa Rica; e a ilha grega de Ikaria.

    Outro americano, Dan Buettner, escreveu sobre o tema em um livro que virou best-seller: Blue Zones: lições de pessoas

    que viveram muito para quem quer viver mais. Ambos os autores nos ajudaram a traduzir as experiências dessas pessoas.

    Confira 50 dicas eficazes, comentadas por 21 especialistas brasileiros.

    1. Beber água mesmo sem ter sede

    A água está para o corpo humano assim como o combustível para o carro. Isso porque, sem manter os nossos níveis hídricos sempre abastecidos, todo o organismo sofre. O líquido ajuda a aumentar a saciedade, evitando compulsões que podem levar ao sobrepeso e ao aparecimento de diversas doenças, ao mesmo tempo que mantém a saúde do sistema renal. "É o baixo consumo de água que resulta em urina concentrada e na maior precipitação de cristais, justamente o que leva à formação das pedras nos rins", adverte a nutricionista amanda epifânio Pereira, do Centro Integrado de Terapia Nutricional. sucos naturais, chás e água de coco também podem ser usados.

    2. Ir ao dentista regularmente
    A boca é como um espelho a refletir a saúde do organismo. Daí a importância de permitir que um profissional a examine a cada seis meses. "Muitas doenças sistêmicas, como diabetes, alterações hormonais e lesões cancerígenas podem ser detectadas numa consulta de rotina", diz o periodontista Cesário Antonio Duarte, professor da Universidade de São Paulo (USP). Além disso, o tratamento das cáries deixa o organismo protegido contra inúmeras doenças.

    "Cáries não tratadas podem se tornar a porta de entrada para micro-organismos, que poderão atingir órgãos nobres como coração, rins e pulmões", alerta o especialista.

    3. Ingerir mais nozes

    Bateu aquela fome de fim de tarde? Experimente comer duas unidades de nozes todos os dias. Esse é um dos segredos dos Adventistas da Califórnia. Cerca de 25% deles comem nozes cinco vezes por semana. E diminuíram pela metade o risco de problemas cardíacos.

    4. Temperar com alho

    "Ele melhora a saúde do coração, diminui os níveis de colesterol, a pressão arterial e potencializa as nossas defesas", afirma a nutricionista funcional Gabriela Soares Maia.

    5. Comprar alimentos regionais

    Se puder privilegiar alimentos produzidos na sua região, sua saúde sairá ganhando. Isso porque os produtos da safra, que não recebem uma grande quantidade de conservantes, em geral, são muito mais ricos em nutrientes. Agora, se você puder ir pessoalmente à feira ou à quitanda do bairro, tanto melhor.

    6. Comer mais frutas
    Aumentar o consumo de produtos de origem vegetal é uma das medidas mais significativas na  prevenção de doenças crônicas. A prática foi observada em pelo menos quatro das cinco Blue Zones e é fácil entender o porquê. "Frutas, legumes e verduras possuem uma quantidade de vitaminas antioxidantes, boas gorduras e fibras que supera em muito a dos alimentos industrializados", diz Isis Tande da Silva, do Ganep Nutrição Humana.

    7. Aprender a planejar
    A tensão constante é extremamente prejudicial à saúde. "Ela afeta o funcionamento do sistema nervoso, hormonal e imunológico", alerta o psicólogo Armando Ribeiro das Neves Neto, professor da USP. Uma boa maneira de controlar essas reações é não deixar todos os compromissos para a última hora. "Acostume-se a anotar suas pendências em uma lista", diz o especialista em produtividade pessoal Christian Barbosa.


    8. Fracionar a dieta
    Comer mais vezes ao dia e optar por porções menores é um jeito inteligente de manter o peso estável. "Os jejuns prolongados desencadeiam uma fome tão intensa que é fácil se exceder nas refeições", explica a endocrinologista Ellen Simone Paiva, do Centro Integrado de Terapia Nutricional. Quando dividimos a nossa alimentação diária em cinco ou seis refeições, também estamos dando uma forcinha ao processo de digestão e ao intestino, evitando sobrecargas.


    9. Aproveitar o contato com a natureza
    Sinta o cheiro da grama molhada, escute os pássaros, sente-se na sombra de uma árvore... Pratique essa terapia sempre que possível, já que ela é altamente relaxante. "A vegetação transfere umidade ao ar e, portanto, o ambiente fica ionizado negativamente. Isso provoca uma reação química no organismo, gerando uma sensação de muita calma", explica a arquiteta Pérola Felipetti Brocanelli, professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie. A psicóloga Solange Martins Ferreira, do Hospital Santa Catarina, garante que as atividades ao ar livre também contribuem para recuperação de pacientes: "Quando observam a natureza, eles tiram a atenção da doença".

    10Levantar peso
    A ideia não é apenas ficar forte. "Um dos principais benefícios é o aumento da densidade óssea, auxiliando na prevenção da osteoporose e na reversão da sarcopenia (diminuição no número de sarcômero, a unidade do músculo esquelético). Isso evita a incapacidade funcional, muito comum em idades avançadas", diz Ricardo Zanuto, fisiologista e professor de Educação Física das Faculdades Integradas de Santo André.

    11. Ser um voluntário
    Se você ainda não conseguiu um tempo para isso, é bem provável que não tenha encontrado a causa certa. "Quando se apaixonar de verdade por um trabalho social, acabará colocando-o na lista de prioridades", garante o especialista em produtividade pessoal Christian Barbosa. "Dedicar uma noite por semana já é um bom começo", diz Dan Buettner.


    12. Celebrar a vida
    Não espere algo de extraordinário acontecer, mas acostume-se a comemorar as pequenas vitórias. Essa é a receita de longevidade dos italianos que vivem na Sardenha, uma das Blue Zones. Eles chamam a atenção pela disposição que têm para festejar tudo e todos.


    13. Cultivar a sua fé
    "A religião empresta sentido às buscas e conquistas do ser humano, dá uma nova dimensão às vitórias e também às perdas. Além disso, orienta e ajuda as pessoas a tomar decisões difíceis", explica Jorge Claudio Ribeiro, professor de Teologia da PUC-SP.


    14. Trocar o café pelo chá-verde
    Ainda que você precise do café para acordar, faça a substituição. Afinal, o cháverde também contém cafeína, que funciona como estimulante. O bom é que ele oferece outros extras. "Diversos estudos mostram que a bebida atua na prevenção e no tratamento de doenças como Alzheimer e Parkinson", afirma a nutricionista Andréia Naves.


    15. Pegar leve com as carnes vermelhas
    Embora sejam importantes fontes de ferro, são alimentos de difícil digestão e, portanto, retardam o funcionamento intestinal. Então, se você é do tipo que não pode viver sem um bifinho, contente-se com um filé médio por dia.

    16. Praticar mais atividade aeróbica
    Pode ser uma caminhada ou uma corrida. Esse tipo de exercício tem impacto direto sobre os fatores de risco associados à hipertensão, ao diabetes e à obesidade. "A prática regular melhora a força e a flexibilidade, fortalece ossos e articulações, facilita a perda de peso e diminui o colesterol", afirma Zanuto.


    17. Encontrar a sua tribo
    Se você gosta de esportes, certamente irá sentir-se bem com amigos que também gostam. Portanto, faça um esforço para encontrar pessoas com quem possa compartilhar e trocar ideias. "Uma das atitudes mais importantes para garantir a longevidade é cercar-se de pessoas que vão lhe dar suporte e que conectam ou reconectam você com o sentido maior que você dá à sua vida", diz Dan Buettner.


    18. Ser agradável
    Facilita a convivência social e cria vínculos com pessoas que poderão apoiá-lo quando necessário. Mas como tornar-se uma pessoa agradável? O autor Dan Buettner é quem responde: "Para isso, é preciso ser interessado e não apenas interessante. Pessoas simpáticas perguntam a você como está em vez de falarem apenas de si mesmas".


    19. Definir seus objetivos
    É o que os moradores de Okinawa chamam de ikigai e os habitantes de Nicoya nomeiam de plano de vida. Seja como for, o fato é que eles têm muito bem definidas as suas razões de viver e investem nesses propósitos.

    20Conhecer melhor a ioga
    Ela une princípios da meditação, exercícios para o equilíbrio, alongamento e o treinamento de força, com foco na respiração. Tudo isso graças à execução de movimentos sequenciados. "A ioga é ótima para a longevidade, porque fortalece os músculos e ligamentos. Então, os movimentos tornam-se mais fluidos e seguros. A prática tem ainda um efeito importante na redução do estresse", diz Dan Buettner.

    21. Guardar o despertador na gaveta
    Dormir bem significa dar ao corpo a chance de se recompor totalmente. "Se você se deita, dorme logo e acorda bem disposto, pode dizer que tem um sono de qualidade", ensina o neurofisiologista Flavio Alóe, do Centro de Estudos do Sono do Hospital das Clínicas (SP). Quem não tem, corre um risco muito maior de adoecer. "Aqueles que dormem pouco podem ter um aumento do colesterol e dos triglicérides", complementa Alóe.


    22. Apostar nos integrais
    Não basta comer pão integral. Com um pouco de criatividade, é possível incluir a farinha e aveia integrais na preparação de inúmeros pratos. Quer um bom motivo para fazer isso? Pois saiba que os alimentos não processados oferecem um aporte muito maior de nutrientes. "No processo de refinamento, o germe dos grãos são retirados, restando praticamente o amido", explica a nutricionista Patrícia Morais de Oliveira, do Ganep.


    23. Pensar na sua vocação
    Fazer o que gosta é uma forma eficiente de afastar o estresse. Além disso, é interessante que o seu tipo de trabalho seja capaz de fazê-lo sentir-se realizado. Por último, saiba que aquele que se empenha em uma carreira para a qual há um sentido profundo, além da manutenção da renda, se sente mais motivado a investir na atualização dos conhecimentos. E estudar, como já vimos, é um santo remédio para o cérebro.


    24. Doar seus pratos grandes
    A população de Okinawa descobriu um jeito de comer 30% menos: eles utilizam pratos de apenas 23 cm de diâmetro. "Há experiências promissoras sendo realizadas por meio da restrição calórica orientada, que já se mostrou capaz de aumentar o tempo de vida de animais de laboratório em 60%", afirma Ellen Paiva.


    25. Ter atitudes positivas
    "As emoções fazem parte daquilo que somos e, portanto, são capazes de provocar reações físicas muito claras. As positivas curam e determinam uma maior e melhor qualidade de vida", diz Armando Ribeiro das Neves Neto.

     

    26. Emagrecer a despensa
    Na hora da compra, elimine os alimentos que possuem qualquer quantidade de gordura trans e evite os que contêm gorduras saturadas. E por um motivo simples: as chamadas gorduras ruins têm relação com o aumento dos níveis de colesterol LDL e triglicérides, fazendo crescer o risco de infarto e de acidente vascular cerebral. "Além dos industrializados, convém tomar cuidado com os alimentos de origem animal, como carnes gordas", alerta a nutricionista Andréia Naves, da VP Consultoria Nutricional.

    7Saber como usar a soja
    Em Okinawa, no Japão, o consumo de produtos da soja é o maior de todo o mundo. O resultado? Dos cerca de 1 milhão de habitantes locais, mais de 900 pessoas já passaram dos 100 anos. "O consumo frequente reduz os riscos de doenças  cardiovasculares", afirma a nutricionista Renata C. C. Gonçalves, do Ganep.


    28. Estudar sempre
    Manter as atividades intelectuais é uma maneira de garantir anos extras de vida e muito mais saúde, principalmente nas idades avançadas. "Exercitar o cérebro vai deixá-lo mais protegido contra doenças. Na prática, isso significa um risco menor de limitações físicas, mesmo se algo der errado porque, nesse caso, a recuperação será muito melhor", explica o neurologista André Gustavo Lima, do Hospital Barra D´or.


    29Ter um dia só para você

    As Adventistas do Sétimo Dia que vivem em Loma Linda, na Califórnia, recolhem-se em suas casas aos sábados e aproveitam a ocasião para meditar e orar. E esse parece ser mais um bom hábito que poderíamos nos esforçar em copiar. Afinal, essas pessoas vivem de cinco a dez anos mais que o resto da população americana. "Se for impossível fazer isso, tente conseguir pelo menos 15 a 20 minutos por dia para não fazer nada, ou melhor, para pensar apenas. É como marcar uma reunião consigo mesmo", diz Christian Barbosa


    30. Apagar o cigarro
    Quem tem menos 40 anos e fuma até 20 cigarros por dia tem quatro vezes mais chances de infartar. Agora, se o consumo for maior, o risco sobe 20 vezes. A explicação é simples: as substâncias do cigarro levam à contração dos vasos sanguíneos, à aceleração dos batimentos cardíacos, além abaixar o HDL, que age como um protetor das artérias.

    31. Ouvir a sua música
    A musicoterapeuta Maristela Smith, das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), tem uma receita interessante para quem quer tirar proveito da terapia da música. "Faça um CD com as músicas que marcaram positivamente a sua vida para criar a sua identidade sonora musical. Escute-o regularmente, principalmente quando estiver precisando melhorar o astral", ensina a especialista.


    32. Respirar com consciência
    Quando estiver precisando relaxar ou desacelerar seu ritmo, faça a respiração completa. "Inspire calmamente o ar pelo nariz, contando três segundos. Então, bloqueie a respiração por um tempo, retendo o ar, e expire pela boca em seis segundos. Assim, você estará atuando diretamente sobre o sistema nervoso autônomo", ensina o educador físico Estélio Dantas, professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.


    33. Curtir os animais
    Mesmo que não possa ter um em casa, descubra aqueles com os quais possui mais afinidades e dê a si mesmo a oportunidade de tocá-los. Para a veterinária Maria de Fátima Martins, professora de Zooterapia da USP, a convivência com os bichos é uma rica fonte de benefícios psicológicos, físicos e sociais. Ela coordena uma experiência de terapia assistida com animais em asilos. "O contato com os animais tem melhorado a vida dessas pessoas. Para alguns idosos, a experiência foi tão positiva que eles chegaram a diminuir o número de medicamentos que tomavam", conta.


    34. Ser muito mais ativo
    Comece descendo alguns pontos antes do ônibus. Fazer mais atividades a pé ou de bicicleta, cozinhar, cuidar do jardim, brincar com o seu cachorro, todas essas maneiras de se mexer são válidas. "Um dos segredos da longevidade é encontrar meios de se manter sempre em movimento. De preferência, concentre-se em atividades que também lhe dão prazer, e os benefícios serão maiores", sugere Dan Buettner.


    35. Desacelerar o ritmo

    "Se você não cria um tempo para estar bem, terá que ter tempo para se cuidar quando ficar doente", alerta Dan Buettner. O primeiro estágio do estresse é a fase de alerta. Ele nos permite realizar muitas tarefas em pouco tempo e aí nos sentimos bem. Porém, quando persistimos na tensão, o organismo entra em fadiga.

    36. Comer mais iogurtes
    "Eles reforçam a nossa imunidade", explica a nutricionista Gabriela Maia, da Clínica Patricia Davidson Haiat. O que as bactérias vivas contidas nesses potinhos também fazem é melhorar o nosso humor. Afinal, é o intestino que responde pela produção de 95% da serotonina de todo o corpo.

    37Investir no ômega-3
    Peixes de água fria (salmão, arenque, sardinha, atum), sementes de linhaça moídas e óleos de peixe, de soja e de canola são ótimas fontes desse nutriente, que tem ação comprovada na redução dos níveis de colesterol e de triglicérides, além de ajudar no controle da pressão e de prevenir o risco de tromboses, que danificam os vasos sanguíneos. O composto ainda é coadjuvante em tratamentos neurológicos e de osteoporose.


    38. Controlar o álcool
    A curto e médio prazos, o álcool pode engordar, acelerar o processo de envelhecimento e ainda aumentar a pressão arterial. A longo prazo, causa dependência e ainda compromete o funcionamento de todos os sistemas do corpo, com danos mais sérios para o fígado.


    39. Brincar com as crianças
    É uma excelente estratégia para tirar o foco das preocupações, aproximar a família ou amigos e facilitar o contato intergeracional. E todos esses aspectos estão associados à longevidade. Porém, para funcionar, é preciso que se tenha um mínimo de afinidade com os pequenos.


    40. Construir o próprio jardim

     

    Mexer com plantas e flores pode ser um hobby interessante e saudável, desde que você realmente consiga tirar prazer da atividade. "Esse tipo de passatempo é muito válido para prevenir o estresse, tanto quanto fazer trabalhos manuais ou cozinhar. Só não pode virar rotina e obrigação. Se a pessoa tem que cozinhar ou cortar a grama todos os dias, por exemplo, isso passará a representar, na vida dela, mais uma fonte de tensão. E aí os benefícios não virão", explica Armando Ribeiro Neto.

    41. Desfrutar do sol
    Sentir na pele o calor dos raios solares não é somente uma receita para adquirir disposição e ânimo. Com cerca de 15 minutos de exposição, oferecemos ao corpo algo que só o sol pode dar: a energia necessária para a síntese de vitamina D. "O composto é importantíssimo na fixação de cálcio no organismo, prevenindo a osteoporose, além de fortalecer o sistema imunológico", afirma a endocrinologista Bárbara Carvalho Silva, da Universidade Federal de Minas Gerais.


    42. Perdoar mais
    "Para envelhecer bem, é preciso olhar para a nossa trajetória de vida aceitando os erros cometidos e desculpando-se por eles. Da mesma forma, é interessante perdoar aos outros, percebendo que não fomos apenas vítimas", diz a psicóloga Dorli Kamkhagi, colaboradora do Laboratório dos Estudos do Envelhecimento do Hospital das Clínicas (SP). "Perdoar é retirar objetos pesados de uma mochila que carregamos", compara.


    43. Dar uma chance à laranja
    Uma única unidade é capaz de prover a necessidade que o nosso corpo tem de vitamina C a cada dia. "Protege contra o câncer, afasta aquela gripe chata e até ajuda a pele a se recuperar mais rapidamente dos estragos promovidos pelo sol", diz a nutricionista Gabriela Soares Maia.


    44. Alongar o corpo todo
    Os problemas mais frequentes do aparelho locomotor, e que estão relacionados ao envelhecimento, são a perda da mobilidade e a osteoporose. "O alongamento, enquanto um treinamento da flexibilidade, é um dos principais fatores de manutenção da autonomia funcional em idosos", garante o educador físico Estélio Dantas.


    45. Cochilar após o almoço
    Na Península de Nicoya, na Costa Rica, a sesta é um costume institucionalizado. E, em muitas outras partes do mundo, as pausas para um cochilo também são comuns. "Para quem dorme pouco, essa pode ser uma estratégia compensatória", diz o neurofisiologista Flavio Alóe. É como renovar as energias, antes de recomeçar a jornada.

     

    46Priorizar as pessoas amadas
    Este é outro ponto comum dos que vivem nas chamadas Blue Zones. "Eles contam com famílias fortes e se apoiam mutuamente", conta Dan Buettner. Relações verdadeiras nos protegem de situações adversas.


    47. Esquecer do sal
    A redução de seu consumo é imprescindível para prevenir e controlar a hipertensão que, por sua vez, oferecem as condições favoráveis para que inúmeros problemas de saúde progridam rapidamente, tais como a insuficiência renal e as complicações cardíacas. "O sal em excesso faz o corpo reter mais líquido, o que, além de causar inchaço, também aumenta o volume sanguíneo, elevando a pressão nas artérias", explica a nutricionista Andréia Naves. Para passar bem longe desse drama, vale cortar o sal de cozinha que adicionamos aos pratos durante a preparação, para colocá-lo apenas no momento de consumir, e sempre usando o bom senso. Outra dica é reduzir o consumo de condimentos, pratos prontos, embutidos ou enlatados.

    49. Criar um tempo para a família
    A união e o apoio mútuo entre cônjuges, pais e filhos precisam certo investimento de tempo e atenção.Mas como encontrar períodos livres para dedicar a essas pessoas todo o carinho que merecem? "Vale programar um jogo que possam fazer juntos, que permita confraternizar e trocar ideias", diz Christian Barbosa.


    50. Usar as dicas diariamente
    Caminhar só aos finais de semana ou encontrar mais tempo para os amigos apenas nos períodos em que a rotina de trabalho sossega um pouco podem ser um bom começo, na tentativa de transformar a sua vida para melhor. É preciso, porém, garantir que mudanças pontuais se transformem em hábitos, para colher resultados significativos no que diz respeito à saúde e à longevidade. "As pessoas que eu conheci enquanto preparava o livro possuem diferentes segredos, mas uma coisa que todas elas têm em comum é a disciplina; elas usam seus segredos diariamente, ou seja, fazem da boa saúde uma prioridade, um hábito mesmo", finaliza Gene Stone.

     
  • Imprescindível Contato Com a Natureza

    Imprescindível Contato Com a Natureza


    Contato com a natureza aumenta sensação de vitalidade. Contato importante tanto para a saúde física quanto para a saúde mental.

    A presença da natureza tem efeito de energização. Estar ao ar livre é vitalizante sobretudo por causa da presença da natureza.
    Ficar em contato com a natureza faz com que as pessoas se sintam mais vivas.

    Combustível para a alma

    A natureza é combustível para a alma. Na maioria das vezes, quando nos sentimos esgotados procuramos por uma xícara de café, mas as pesquisas sugerem que uma forma melhor de se manter energizado é conectar-se com a natureza. Comece pela sua casa espalhando vida atraves do verde das plantas e o coloridos das flores e sinta a diferença.

    Natureza e bem-estar

    Pessoas que fazem excursões ao ar livre relatam sentirem-se mais vivas e que apenas a lembrança das experiências ao ar livre aumenta os sentimentos de felicidade e de saúde.

    A natureza ajuda a afastar os sentimentos de esgotamento, tristezas, melancolias e pensamentos negativos e que 90 por cento das pessoas relatam um aumento de energia quando colocadas em atividades ao ar livre.

    O Bem-estar causado pela natureza

    A revista lembra que diversos estudos já comprovaram os benefícios para a saúde física e mental que o contato com o meio ambiente pode proporcionar e listou alguns deles. Confira:

    1 - Elevação dos níveis de vitamina D

    Chamada de “vitamina do sol”, essa substância é produzida a partir do contato dos raios solares com a pele e promove a absorção de cálcio pelo organismo. Além da importância na manutenção dos níveis do cálcio no sangue e na saúde dos ossos, a vitamina D tem um papel muito importante na maioria das funções metabólicas e também nas funções musculares, cardíacas e neurológicas.

    Estudos epidemiológicos sugerem que a vitamina D pode ter efeitos protetores contra diversas doenças, desde a osteoporose ao câncer, passando pela depressão, ataques cardíacos e derrames. Já a deficiência da vitamina pode precipitar e aumentar a osteoporose em adultos e causar raquitismo, uma avitaminose, em crianças.

    A boa notícia é que para produzir a vitamina D no seu organismo, você só precisa ficar ao ar livre algumas vezes por semana, de preferência nos horários em que sol está mais fraco, e expor seus braços e pernas por 10 a 15 minutos.

    2 – Mais exercício

    É verdade que muita gente consegue se exercitar sem sair de casa, ou ainda em academias e clubes de ginástica totalmente cobertos. Também tem muita gente que consegue passar horas em contato com a natureza sem mexer um músculo – basta ir a uma praia para perceber. Ainda assim, os ambientes fechados costumam ser um convite ao sedentarismo, enquanto um parque repleto de árvores costuma dar um novo ânimo a uma caminhada.

    3 - Maior concentração

    A falta de contato com o meio ambiente agrava problemas como o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Pesquisadores tem relatado que crianças costumam se concentrar melhor após passarem um período ao ar livre.

    Um estudo publicado em 2008 mostrou que crianças diagnosticadas com TDAH obtiveram melhor pontuação em testes de concentração após caminharem em um parque, em comparação com outras que caminharam em um bairro residencial e no centro da cidade.

    4 – Menor tempo de cicatrização e cura

    Pacientes expostos a luz natural sentiam menos dores e sofriam de menos estresse, além de precisarem de uma menor quantidade de medicamentos durante o período de recuperação.

    Outro estudo aponta que até a vista das janelas dos quartos de hospitais que exibiam árvores, em vez de muros, faziam a diferença durante a recuperação dos doentes. Os dados científicos apenas reforçam o velho conselho que diz que “tomar um ar fresco” faz bem para a saúde.

    5 – Mais felicidade

    Estudos mostram que a luz do sol tende a elevar o humor das pessoas, enquanto a prática de exercícios físicos libera endorfina, despertando uma sensação de relaxamento, euforia e bem-estar. Combinar as duas práticas em um ambiente ao ar livre certamente fará bem a qualquer um.

    Praticar exercício em meio à natureza traz vantagens significativas para a saúde mental. A pesquisa aponta que os “exercícios verdes”, como estão sendo chamados, mostram resultados benéficos na auto-estima e no humor com apenas cinco minutos de prática.

    Cuidados

    Apesar de todas essas vantagens, é sempre bom lembrar alguns cuidados básicos que devem ser tomados durante esses momentos de atividades ao ar livre. Uso de protetor solar e de repelentes contra insetos, além de atenção à qualidade do ar no local da diversão são alguns deles.

    Depois de tomar esses cuidados, basta calçar um tênis e procurar uma área arborizada próxima a sua casa. Agora você já tem razões de sobra para entrar em contato com a natureza.

     
  • Um Punhado de Sal

    Um Punhado de Sal 

     

    "O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.

     

    - Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.

    - Ruim. - disse o jovem sem pensar duas vezes.

    O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse junto com ele ao lago. Os dois caminharam em silêncio, e quando chegaram lá o mestre mandou que o jovem jogasse o sal no lago. O jovem então fez como o mestre disse.

    Logo após o velho disse:

    - Beba um pouco dessa água.

    O jovem assim o fez e enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:

    - Qual é o gosto?

    - Bom! - o jovem disse sem pestanejar.

    - Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre.

    - Não. - disse o jovem.

    O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:

    - A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem em detrimento ao que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago."

     
  • Bombeiros franceses usam técnicas de hipnose para ajudar vítimas de acidentes

    Bombeiros franceses usam técnicas de hipnose para ajudar vítimas de acidentes a se recuperarem dos traumas

    A hipnose parece diminuir a dor e o sofrimento emocional das pessoas que ficam presas ou feridas em acidentes acidentes: “Olhe nos meus olhos. deixe a sua mente se esvaziar e o seu corpo vai relaxando”, diz o bombeiro, David Ernenwein, usando as palavras calmantes da hipnose para ajudar uma vítima de trauma. Esta técnica está sendo usada por bombeiros, na região francesa da Alsace.

    Na estação de resgate Haguenau, 120 bombeiros foram treinados em hipnose médica para aprender a acalmar uma vítima presa sob os escombros, em um carro após um acidente, ou até mesmo uma pessoa que sofre um ataque de asma.

    A idéia é que a hipnoterapia pode complementar a assistência tradicional de primeiros socorros.

    “Estas são as técnicas verbais, gestuais e respiratórias que visam a aliviar a dor e a ansiedade, mas que, obviamente, não substitui os primeiros socorros tradicionais”, explica Cécile Colas-Nguyen, uma enfermeira e membro da brigada de incêndio e treinadora de hipnose.

    Enquanto os bombeiros chegam ao local de um acidente e começam a trabalhar cuidando dos feridos, ou tentam soltar uma pessoa presa às ferragens, o pessoal treinado em hipnose estabelece uma ligação mais pessoal com a vítima, e ajuda a desviar a sua atenção para longe da cena do trauma.

    Normalmente os bombeiros falam com uma voz calma e ponderada e têm o cuidado de evitar palavras negativas. Em vez de focalizar a dor da pessoa, a ênfase é sobre seu bem-estar.

    “A nossa primeira avaliação parece mostrar benefícios: em 100% dos casos, as pessoas disseram que sentiam como se o tempo estivesse distorcido. Parecia que o tempo que os bombeiros levaram para cuidar deles foi menor do que realmente aconteceu”, diz Colas-Nguyen.

    Funcionários do Ministério do Interior estão cautelosamente e otimistas sobre o experimento Alsace.

    “Nós já sabíamos, há algum tempo, que a hipnose funciona, ela não é um placebo”, diz Stephane Donnadieu, um bombeiro médico treinado e conselheiro para as operações de resgate da França. “Mas você precisa de pessoas com formação adequada: Esse é o desafio, como as equipes que só recebem formação de curta duração.”

    Realmente não é pura hipnose que é usada, ele diz, “mais certas técnicas de hipnose”. Porém “se isso pode trazer uma maior calma, empatia e apoio, já é bom”, garante o bombeiro.

    O verdadeiro teste será ver se os bombeiros podem usar com sucesso suas novas habilidades em circunstâncias particularmente ruidosas e traumática, acrescenta.

    Não tem problema, diz Colas-Nguyen. “Nós podemos ajudar as vítimas a desligar a atenção do que está acontecendo ao seu redor. E mesmo o beep dos equipamentos médicos pode ajudar a focar a atenção de uma pessoa, enquanto ajudamos a transportá-la para outro lugar”, diz ela.

    Haguenau estação gerente David Ernenwein diz que está “convencido” de que ométodo é útil. “Todos nós temos notado que quando seguramos a mão de alguém, as coisas vão melhorando, mesmo se não a rotulamos como hipnose “. A primeira coisa que nós podemos fazer para ajudar as pessoas é acalmá-las, e esta técnica nos deu as ferramentas para ser capazes de fazer isso, para ajudar as pessoas a sofrer menos “, diz ele.

    No momento o uso da hipnose é exclusivo para  a brigada de Alsace, mas YvesDurrmann, chefe médico da brigada, diz acreditar que logo bombeiros em toda a França devem passar a usá-la.

    Primeiro lugar, temos que confirmar a utilidade da técnica para ela ser aprovada.

    Pelo menos nos próximos seis meses, a brigada de Haguenau estará mantendo um registro das taxas como os níveis de dor, batimentos cardíaco, e emoções das vítimas que eles ajudam. Estes resultados serão comparados com estatísticas de vítimas atendidas pelos bombeiros que não usaram a hipnose.

     Fonte: http://www.nydailynews.com/life-style/health/french-firemen-test-hypnosis-victims-article-1.1381242

    Tradução e adaptação
    Leon Vasconcelos, Psy.

     
  • Cientistas finlandeses criam "mapa corporal" das emoções

    Cientistas criam "mapa corporal" das emoções

    Uma equipe de pesquisadores finlandeses criou o que pode ser o primeiro mapa a apontar em que lugar do corpo as emoções humanas se manifestam.

    Emoções básicas ativam sensações na parte superior do corpo, segundo mapa de cientistas

    Os cientistas da Universidade de Aalto comprovaram que cada emoção desperta reações em diferentes áreas e que isto acontece independentemente do fato de as pessoas terem culturas diferentes

    De acordo com os pesquisadores, o corpo reage desta forma devido a mecanismos biológicos que nos preparam para responder ao que acontece à nossa volta, seja para a defesa ou para desfrutar da situação.

    "As emoções não ajustam apenas a nossa saúde mental, mas também nossos estados corporais. Desta forma, nos preparam para reagir rapidamente frente aos perigos, mas também diante de qualquer oportunidade que o ambiente nos ofereça, como uma interação social prazerosa", disse Lauri Nummenmaa, professora de neurociência e líder da equipe de cientistas. 

    Os autores do trabalho, publicado na revista especializada PNAS, afirmam que o mapa físico emocional tem bases biológicas e é universal. 

    Pelo corpo todo


    Para o estudo, os cientistas realizaram cinco experimentos com 701 pessoas. 

    Os voluntários deveriam localizar em que lugar sentiam o efeito de uma série de emoções básicas como raiva, medo, nojo, felicidade, tristeza ou surpresa, e outras mais complexas como ansiedade, amor, depressão, desprezo, orgulho, vergonha e inveja. 

    Os participantes tinham que colorir em uma figura humana as zonas que se ativavam mais ou menos enquanto ouviam as palavras que designam cada uma destas emoções. 

    O vermelho era usado para marcar as áreas de maior atividade e o azul, as com menos sensações. Os cientistas então observaram uma grande coincidência, acima de 70%, das áreas coloridas. 

    É possível observar no mapa criado pelos pesquisadores que as duas emoções que causam uma reação corporal mais intensa e em todo o corpo são o amor e a alegria

    Também é possível ver que, no geral, todas as emoções básicas ativam sensações na parte superior do corpo, onde estão os órgãos vitais. E principalmente na cabeça. 

    "Observar a topografia das sensações corporais disparadas pelas emoções permite criar uma ferramenta única para a investigação das emoções e pode até oferecer indicadores biológicos de transtornos emocionais", afirmaram os cientistas em seu estudo. 

    Os cientistas também fizeram outros quatro experimentos com os voluntários, envolvendo fotografias, imagens, filmes e relatos que tentavam transmitir a eles as emoções em questão. 

    E, para garantir que estes mapas não dependiam da cultura ou língua dos voluntários, os cientistas repetiram os exercícios em três grupos diferentes: finlandeses, suecos e taiwaneses. 

    Mesmo em grupos de nacionalidades diferentes, os cientistas observaram as coincidências e, por isso, concluíram que as respostas físicas às emoções parecem universais. 

    Fonte: BBC mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto

     
  • Hipnose no Interrogatório - Um estudo encomendado pela Cia em 1960

     Hipnose no Interrogatório - Um estudo encomendado pela Cia em 1960

    Este estudo, escrito por Edward F. Deshere, foi encomendado pela CIA e publicado na revista Studies in Intelligence em 1960. Este documento, disponível no próprio site da agência americana, explora algumas das possíveis aplicações da hipnose durante os interrogatórios. 


    Considerações a priori atrapalham o sucesso no interrogatório por indução de transe e sugerem uma possível variante técnica. 

    HIPNOSE NOS INTERROGATÓRIOS


    Edward F. Deshere 

    O controle sobre o comportamento de uma pessoa obtido por hipnose, obviamente, torna um excelente assunto para uso no difícil processo de interrogatório.

    (...)

    Hipnose de interrogados 


    A questão da utilidade da hipnose no interrogatório de pessoas que não querem divulgar as informações solicitadas envolve três questões: primeiro, a hipnose pode ser induzida em condições de interrogatório? Se assim for, pode o sujeito ser obrigado a revelar informações? E, finalmente, se a informação pode ser obtida, o quão confiável vai ser? O problema inicial é induzir o transe, ou contra a vontade do sujeito, ou sem ele estar ciente disso. 

    (...)

    Somos levados a concluir que os muitos dos casos aparentes de hipnose, sem consciência do sujeito ou com consentimento, parece haver uma relação positiva entre o hipnotizado e o hipnotizador. A situação mais favorável é aquela em que o sujeito espera obter benefícios a partir de sua associação com o hipnotizador e confia no hipnotizador e em sua capacidade de ajudar. Isto não seria a situação na qual um interrogador hipnotizador pretende extrair a informação que o sujeito quer reter. A possibilidade de usar a hipnose, portanto, parecem depender de sucesso no lento processo de nutrir uma relação positiva com o interrogado ou perpetrar algum tipo de trapaça. 

    Obediência em Transe 


    Supondo-se que um interrogador tenha contornado estes problemas e hipnotizado um sujeito que quer reter informações. Até que ponto pode o sujeito manter o controle de seus segredos, mesmo em transe profundo? Esta é uma área onde prevalecem grandes divergências entre as autoridades e onde a evidência experimental é altamente contraditória. Young, por exemplo, relata que os indivíduos resistem sugestões hipnóticas específicas, se eles decidirem de antemão a fazê-lo, enquanto Wells relata que nenhum de seus indivíduos foram capazes de resistir a um comando inaceitável pré-definido ou mesmo qualquer outro. 

    A maioria dos trabalhos sobre este problema tem se centrado na questão mais específica de saber se uma pessoa pode ser induzida sob hipnose a cometer algum ato anti-social ou auto-destrutivo. O experimento que contradiz esta tese é o clássico experimento de Janet, que pediu uma mulher, em hipnose profunda, a cometer vários assassinatos em frente a um seleto grupo de juízes e magistrados, apunhalando algumas vítimas com punhais de borracha e envenenando outros com comprimidos de açúcar. Ela fez tudo isso sem hesitação. Com a missão já cumprida, no entanto, ela foi deixada a cargo de alguns jovens assistentes, que encontraram uma forma de abalar o experimento. Quando lhe disseram que ela agora estava sozinha e ordenaram-na a despir-se, ela prontamente despertou. Os assassinatos foram vistos como uma brincadeira para a hipnotizada, despir-se teria sido real; a mulher não teve dificuldade em discernir a diferença. 

    (...)

    Exatidão e veracidade 


    Suponhamos, porém, que uma interrogado foi hipnotizado e induzido a divulgar informações: Quão correta esta informação deve ser?

    (...) Nosso próprio trabalho clínico nos convenceu  amplamente de que indivíduos hipnotizados são capazes de mentir quando têm motivos para fazê-lo.
     

    Hipnose profilática 


    (...)

    Uma defesa eficaz contra esta situação hipnótica, contra a hipnose, poderiam ser fornecidos por elevar o nível de sofisticação das pessoas que poderiam ser expostas a ele. Mesmo uma ou duas palestras alertando-os de possíveis dispositivos para induzi-los a acreditarem estar hipnotizados poderia mostrar-lhes que as pessoas não podem ser hipnotizado contra a sua vontade e não podem ser obrigados, mesmo sob hipnose, a dizer a verdade ou a seguir as sugestões realmente contrárias às suas crenças. 

    Descobertas 


    Em resumo, parece extremamente improvável que o transe possa ser induzido em indivíduos resistentes. É possível hipnotizar uma pessoa sem ela estar ciente disso, mas isso exigiria uma relação positiva entre o hipnotizador e o sujeito, mas essa relação é improvável na própria definição de interrogatório. Desconsiderando-se essas dificuldades, é duvidoso que o comportamento proscrito ser induzido contra a vontade do sujeito, porém, temos de admitir que as experiências cruciais para resolver esta questão ainda não foram realizas. As evidências também indicam que as informações obtidas durante a hipnose não garante serem precisas e pode de fato conter inverdades, apesar das sugestões hipnóticas em contrário. 

    Hipnose como uma profilaxia contra interrogatório, seja para evitar a hipnose por captores, a condição contra o estresse e dor, ou para criar amnésia para informações sensíveis, funcionaria como um mecanismo repressivo artificial com o grave inconveniente de diminuir o domínio da situação do cativo. Finalmente, o estado hipnótico, e não a própria hipnose, é provavelmente mais eficaz  como um instrumento no interrogatório.


    Fonte: Site da própria CIA 

     
  • Hipnose para Esportistas Aconteceu em 1956, nos jogos olímpicos da Austrália.

    Hipnose para Esportistas

    Aconteceu em 1956, nos jogos olímpicos da Austrália, em Melbourne. 

    Do início ao fim dos jogos, a União Soviética liderou o pódio de medalhas.

    Total de medalhas da URSS: 98.
    Total de medalhas dos USA: 74.

    Fato interessante é que o time olímpico soviético levou 11 hipnotizadores para esta olimpíada!

    Há algum tempo, existe um serviço comum nos EUA, que é a figura do preparador hipnólogo para esportistas.

     

     
  • Novas Descobertas Sobre o Funcionamento da Hipnose Pesquisadores na Suiça

    Novas descobertas sobre o funcionamento da hipnose

    Pesquisadores da Universidade de Genebra, na Suíça, afirmam ter descoberto que a atividade cerebral é diferente quando o paciente está hipnotizado. Eles fizeram experimentos usando ressonâncias magnéticas do cérebro para analisar os resultados.


    Os pesquisadores utilizaram a ressonância magnética para analisar os cérebros de 12 pessoas que foram testadas com movimentos das mãos antes e depois de uma hipnose que paralisou a mão esquerda. Cojan afirma que mesmo depois da hipnose os neurônios do córtex motor ainda estavam se preparando para a tarefa.

    O estudo conclui que a hipnose induz a uma desconexão de comandos motores de processos voluntários normais, que dependem da influência dos circuitos cerebrais envolvidos no controle executivo e na auto-imagem, de acordo com Yann Cojan, do Centro de Neurociência da Universidade de Genebra.

    Cojan afirma que o estudo confirmou que a “conexão funcional é um processo muito importante do cérebro” – e que a hipnose é capaz de modificar este processo. A parte surpreendente do estudo foi que o córtex parecia ignorar partes do cérebro com o qual ele normalmente se comunica durante os movimentos, afirma o pesquisador. A hipnose modificou áreas envolvidas na atenção, e também mudou conexões entre o córtex motor e outras regiões. 

    Além das 12 pessoas que participaram do estudo hipnotizadas, os pesquisadores também analisaram os cérebros de seis pessoas que não tinham sido hipnotizadas mas que receberam a instrução de “mentir” para o cérebro, fingindo uma paralisia na mão. “Os resultados sugerem que a hipnose pode aumentar processos de auto-monitoramento para permitir representações internas geradas pela sugestão e até guiar comportamentos, mas não age diretamente na inibição motora”, afirma Cojan. 

    Nas pessoas estudadas, as mensagens não eram enviadas pelos canais convencionais do cérebro, então quando eles recebiam a ordem de levantar a mão esquerda, não conseguiam. Cojan afirma que o estudo descobriu que a hipnose induz uma desconexão entre os processos normais envolvidos no movimento corporal. “A descoberta é um importante passo para estabelecer fundações neurobiológicas para o grande impacto da hipnose no cérebro e no comportamento”, diz o pesquisador. 


    Fonte: Hype Science 

     
  • Britânica perde 25 kg após 'redução de estômago' por hipnose

    Britânica perde 25 kg após 'redução de estômago' por hipnose

    Uma britânica afirma ter perdido 25 quilos após passar por cinco sessões de hipnoterapia durante as quais ela teria sido convencida de que seu estômago foi reduzido ao tamanho de uma bola de golfe.

    Marion Corns, de 35 anos, diz ter passado pelas sessões dehipnose há quatro meses em uma clínica na Espanha e, desde então, diz conseguir comer apenas pequenas porções de comida e reduzido oito medidas.

    Durante as sessões, os hipnoterapeutas espalharam pela sala aromas semelhantes aos dos cheiros de um hospital e, em um dado momento, Marion disse ter sentido um aperto em seu estômago, como se um anel estivesse sendo instalado no órgão para reduzir seu tamanho. 

    "Eu tentei todos os tipos de dieta, desde pílulas, vigilantes do peso, Atkins e personal trainer e nada adiantou", conta Marion. 

    "Agora eu emagreço mais de um quilo por semana porque acredito que tenho um anel no meu estômago". 

    "O incrível é que posso lembrar cada parte do procedimento, desde o momento em que fui levada de maca para a sala, o barulho da faca do cirurgião, e até o cheiro da anestesia." 

    A clínica Elite, que realizou a operação, disse à BBC Brasil ter tratado cerca de 100 pessoas desde que começou a oferecer o tratamento comercialmente em dezembro passado. 

    "Nossa taxa de sucesso fica em torno de 75%", disse o diretor da clínica, Martin Shirran

    O procedimento custa 800 euros (R$ 2,2 mil) e, quando a meta de redução de peso é atingida, o cliente é convidado a voltar ao local para uma última sessão em que a hipnose é revertida. 

    O diretor da clínica admite que os resultados, no entanto, não foram confirmados por uma fonte independente. 

    "Mas estamos trabalhando para que isso aconteça". 

    "Até agora, não recebemos críticas de ninguém. Pelo contrário, mesmo médicos têm reconhecido nosso esforço em enfrentar a questão da dieta por meio uma abordagem psicológica", disse. 

    Riscos


    A médica Ursula Arens, da British Dietary Association, disse à BBC Brasil que há um sério risco de que a pessoa possa desenvolver uma fobia por comida a longo prazo, devido aos efeitos que a hipnose pode provocar em sua mente. 

    "A hipnose elimina todos os riscos inerentes a uma cirurgia convencional, mas ainda é muito cedo para provar que a técnica é uma arma poderosa no combate à obesidade", afirmou a médica. 

    "Ainda não foram feitos estudos independentes que comprovem a eficácia do tratamento. A técnica pode ajudar durante os primeiros meses, mas não se sabe se, a longo prazo, a pessoa vai voltar a comer uma dieta balanceada, tão essencial para a manutenção de um peso saudável", completou.


    Fonte: BBC 

     
  • Analgesia com a Hipnose

    Hipnose pode ajudar na anestesia

     

    (Ilustração - Morton aplicando a primeira anestesia - Massachusetts General Hospital)


    Na época em que Morton realizou a primeira demonstração pública da anestesia geral, utilizou o éter etílico como único agente anestésico. Assim a anestesia inalatória com éter se manteve por muito tempo como a única técnica de anestesia geral. Na seqüência surgiram o thiopental, o pentotal e outros barbitúricos.

    Desde o início dos anos noventa, milhares de pacientes têm optado pela hipnose - como substituto ou (mais tipicamente) complemento da anestesia - numa vasta gama de procedimentos cirúrgicos, desde a reparação de hérnias até a remoção de tumores. No Hospital Universitário de Liège, na Bélgica, uma equipe de médicos liderados pela Dra. Marie-Elisabeth Faymonville, já registrou mais de 5.100 cirurgias realizadas comhipnosedação, uma técnica desenvolvida por Faymonville que substitui a anestesia geral com a hipnose, anestesia local e um sedativo leve. "Os pacientes nos contam que é uma experiência muito especial", afirma Faymonville. "Hoje somos procurados por pessoas que estão vindo de todas as partes do mundo."

    A hipnose foi usada pela primeira vez como anestésico cirúrgico em 1845, na Índia, mas foi rapidamente abandonada com a introdução do éter no ano seguinte. A prática degenerou-se através das décadas seguintes, tornando-se, pelo menos aos olhos da opnião pública, pouco mais do que um truque de salão. Em 1958, a hipnose foi sancionada pela American Medical Association para uso na medicina e na odontologia. Desde então, médicos têm usado a hipnose para auxiliar no alívio de enxaquecas, depressões, ansiedade, dor crônica causada pelo câncer, etc.

    Hipnose pode ajudar anestesia local em cirurgias de câncer e tireoide.

     
  • Grã-Bretanha testa hipnose como alternativa a anestesia em partos

    Grã-Bretanha testa hipnose como

    alternativa a anestesia em partos

    Iracema Sodré

    Da BBC Brasil em Londres

     

    Simone O'Neill diz que teve um parto 'perfeito' com ajuda da auto-hipnose

    O sistema público de saúde britânico, o NHS, está estudando oferecer cursos de auto-hipnose a mulheres grávidas como uma forma de aumentar o número de partos naturais (sem uso de anestesia) e reduzir custos.

    O método, conhecido de forma geral como hypnobirthing, tem crescido em popularidade na Grã-Bretanha nos últimos anos, e promete ensinar às futuras mães técnicas de respiração e relaxamento profundo que levariam a um parto sem stress e com pouca ou nenhuma dor.

    A moradora de Londres Simone O’Neill, de 37 anos, descreve o parto de seu filho, em outubro de 2010, como “o mais perfeito que alguém poderia ter”.

    Segundo ela, Ludo nasceu com 4,4 kg, em um parto completamente natural e sem os gritos normalmente associados à ocasião.

    O'Neill frequentou um curso completo de 12 horas de hypnobirthing e disse à BBC Brasil que o uso de hipnose fez toda a diferença para ela, mesmo já tendo passado pela experiência de dar à luz sem nenhuma anestesia com sua filha mais velha.

    “Desta vez, foi muito mais rápido e eu me senti totalmente segura. Enquanto com a minha filha eu passei mais de duas horas empurrando, meu filho levou apenas alguns minutos para sair”, conta ela.

    “Você aprende a relaxar, a trabalhar com o seu corpo. Eu tive meu bebê em casa e as parteiras só olharam, não tiveram de fazer nada.”

    Pesquisa

    Mais de 800 grávidas receberão aulas gratuitas com parteiras especialmente treinadas

    A pesquisa sobre a eficácia da hipnose durante o parto está sendo realizada por cinco universidades britânicas e vai ter uma duração total de dois anos.

    Mais de 800 mães de primeira viagem vão participar de duas sessões de 90 minutos de duração perto da 32ª semana de gravidez, nas quais parteiras especialmente treinadas ensinarão as técnicas de auto-hipnose, em um estudo patrocinado pelo Instituto Nacional de Pesquisa em Saúde (NIHR) e conduzido pelo East Lancashire Hospital Trust.

    Elas serão então acompanhadas durante o parto e comparadas a mulheres que não receberam as aulas para saber se a hipnose fez com que menos delas optassem pela peridural, uma injeção de anestésico aplicada na coluna com uma agulha.

    As mulheres que fizerem o curso de hipnose também serão acompanhadas nas duas semanas seguintes ao parto para que se possa estudar os efeitos do curso de forma mais ampla.

    “Há provas de que a auto-hipnose funciona bem em outras áreas da saúde. O NHS já usa o método em pacientes com dor crônica, síndrome do intestino irritável e asma por exemplo”, disse Soo Downe, especialista da Central Lancashire Unicersity, que coordena o projeto.

    “A ideia é dar às mulheres a capacidade de conduzir seu próprio parto, reduzindo a necessidade de intervenções externas, que tornam o processo mais perigoso para mãe e bebê.”

    ‘Medo e ansiedade’

    O conceito de se usar hipnose no parto é antigo. No livro do médico Grantly Dick-Read Parto Sem Medo, de 1933, o pesquisador britânico concluiu que o medo e a tensão são responsáveis por 95% das dores do parto, que poderiam ser eliminadas com técnicas de relaxamento profundo.

    “Todos nós crescemos com histórias negativas sobre partos, imagens aterrorizantes em filmes, relatos assustadores em livros. Ohypnobirthing ajuda as mulheres a se livrarem desses medos que fazem parte da nossa cultura”, disse à BBC Brasil Katharine Graves, fundadora do Hypnobirthing Centre, em Londres.

    “Acho que seria maravilhoso que todas as mulheres pudessem ter acesso a isso, portanto o estudo do NHS é positivo, mas temo que duas sessões de 90 minutos não sejam suficientes para que elas tenham uma experiência completa.”

    Maureen Treadwell, da Birth Trauma Association, que lida com mulheres traumatizadas pela experiência de dar à luz, defende que o uso da auto-hipnose não pode substituir a anestesia.

    “É importante que os hospitais britânicos tenham o número necessário de parteiras e médicos e que os recursos estejam disponíveis para que as mulheres façam suas escolhas”, disse ela.

    “Pode ser mais barato no curto prazo não oferecer anestesia para uma mulher em trabalho de parto, mas pagar o tratamento psiquiátrico de uma mãe traumatizada pela experiência acaba saindo muito mais caro no fim.”

     
  • Argentinos recorrem a hipnose para incrementar prazer sexual

    Argentinos recorrem a hipnose para incrementar prazer sexual

    Vladimir Hernández

    Da BBC Mundo

    Técnica ajuda homens e mulheres que têm disfunções sexuais

    Uma técnica conhecida como hipnose erótica parece estar se popularizando na Argentina como ferramenta para induzir experiências sensuais e ajudar pessoas com disfunções sexuais.

    Sem o uso de clichês, como um relógio balançando ou alguém dizendo "você está se sentindo cansado", a técnica é utilizada para obter algo próximo de uma experiência sexual sem contato físico.

    "A hipnose erótica está na moda agora, e vemos isso pelo interesse que vem despertando em publicações especializadas ou na mídia", afirmou à BBC o psicólogo clínico Carlos Malvezzi Taboada, do Instituto Gubel, de Buenos Aires.

    O terapeuta explica que o famoso relógio usado para hipnotizar nada mais é que ficção. Na verdade, a técnica é uma modalidade comunicacional em que o profissional, por meio da palavra, leva a pessoa a um estado de meditação profunda, aumentando sua capacidade de percepção.

    "Mas a pessoa sabe permanentemente quem é e nunca perde a consciência", diz Malvezzi.

    Para ele, na clínica onde trabalha, o uso da hipnose não tem como objetivo aumentar o estímulo erótico, mas sim ajudar a quem sofre de disfunções sexuais.

    "A pessoa é guiada, e a ela é proposto que faça um relato erótico por meio de um estado de distensão em que ela está mais receptiva”, diz o especialista. Segundo ele, isto faz com que a pessoa se abra mais em relação a aspectos que ficam reprimidos quando está em vigília.

    Malvezzi diz que, quando uma paciente que sofre de anorgasmia (inibição do orgasmo) está em relaxamento profundo, ela possivelmente comentará sobre temas sem relação direta com sexo, que a permitiriam reviver as etapas do encontro sexual de maneira metafórica, levando a uma mudança no comportamento.

    Já se o caso é de um homem com disfunção erétil, o especialista busca evocar momentos de satisfação e lembranças de experiências prazerosas para que, no estado de hipnose, a pessoa volte a se sentir capaz e reduza sua angústia.

    Críticas

    A técnica da hipnose erótica tem seus críticos. "Há certo exagero no uso da hipnose clínica para tratar os problemas sexuais", disse à BBC o sexólogo e professor da Universidade de Buenos Aires Juan Carlos Kusnetzoff.

    "Ela pode ser usada, mas alternada com outros procedimentos que fazem parte da terapia sexual", afirmou.

    "Depende muito também da habilidade do profissional e da capacidade de reação do paciente, já que nem todas as pessoas são sensíveis à hipnose. Isto apenas atinge uma percentagem pequena da população sobre a qual se atua".

    À primeira vista, é difícil determinar se uma pessoa está em um estado de meditação profunda qualificada como hipnose. Para constatar isto, especialistas defendem que se faça uma tomografia de emissão de pósitrons - antipartícula do elétron - para medir os fluxos sanguíneos no córtex cerebral.

    Existe grande oferta de livros e vídeos, principalmente nos Estados Unidos, para que a pessoa entre em hipnose erótica sozinha. Especialistas não recomendam isto, além de criticar as clínicas que operam esta técnica sem a presença de médicos.

    "Na Argentina, como na maioria dos países da América Latina, somente médicos podem realizar hipnose", diz Malvezzi.

     
  • A hipnose pode mudar o estado do cérebro. Harvard University

                                Hipnose : Assuntos ver cor onde não existe

    As pessoas têm sido hipnotizado para ver cor onde só existem tons de cinza, e ver cinza quando, na verdade, olhando em retângulos coloridos.

    Esse resultado não seria tão surpreendente em um desfile de carnaval ou estágio, mas se trata de um experimento científico rigorosamente controlado feito em um centro médico da Universidade de Harvard.

    Pesquisadores hipnotizado separadamente oito pessoas, enquanto estavam deitados em uma máquina de digitalização que gravaram a atividade em seus cérebros. Estes temas, em seguida, tentou drenar cor brilhante de fotos, ou ver a cor que não existia. Eles também tentaram fazer a mesma coisa quando não hipnotizado. Os registros de atividade cerebral mostram claramente que a hipnose pode alterar o estado do cérebro.

    "A hipnose tem uma história controversa", observa Stephen Kosslyn, professor de psicologia em Harvard e líder do estudo. "Alguns insistem que é um estado de espírito que difere de estados normais e envolve conseqüências únicas, outros dizem que não é nada mais do que Estado-show gimmickry."


    No entanto, se você contar os homens que algumas mulheres que foram testados apenas realizou o tijolo fora por 20 minutos, eles também irá mantê-lo por tanto tempo sem ser hipnotizado. Esse resultado favorece a sugestionabilidade, ou role-playing explicação.Como exemplo, se você der alguns homens um tijolo e pedir-lhes para mantê-lo no comprimento do braço, enquanto eles podem, eles serão capazes de fazê-lo por cerca de cinco minutos. Mas se você hipnotizar-los, eles vão segurar o tijolo fora por 15-20 minutos. Esse resultado favorece a idéia de que a hipnose cria um estado único de espírito.

    "Tudo se resume à questão de saber se o cérebro está a fazer algo diferente", diz Kossyln. A resposta é sim, aparentemente, pelo menos no caso da percepção de cores.

    Como o cérebro muda

    Para mostrar como o hipnotismo é controverso entre os cientistas, Kosslyn e seus colegas tiveram grande dificuldade em fazer passar a sua pesquisa publicada. Duas das maiores revistas científicas do mundo não iria publicar os resultados.

    "Um deles perguntou por três revisões distintas", observa William Thompson, um assistente de pesquisa no departamento de psicologia da Universidade de Harvard. "Então, eles ainda transformaram a relatório mesmo depois que respondeu a todas as suas críticas." Após três anos, o estudo foi finalmente publicado como matéria de capa na edição de agosto do American Journal of Psychiatry .

    Ambos Kosslyn e Thompson ressaltar que o experimento funcionou apenas em pessoas "altamente hipnotizáveis", uma categoria que inclui apenas cerca de 8 por cento de todas as pessoas. "Nós pré-testados 125 indivíduos e para aqueles que pontuaram mais baixo em hypnotizability, os resultados foram apenas lixo", diz Kosslyn. "Eles não podiam fazer a tarefa."

    O altamente hypnotizables deslizou horizontalmente em um scanner de tomografia por emissão de pósitrons (PET) no Massachusetts General Hospital, um hospital-escola de Harvard, em Boston. Eles inalado um breve tipo, ligeiramente radioativo de oxigênio. O oxigênio traça o fluxo de sangue e torna visíveis as partes mais ativas do cérebro quando um assunto está hipnotizado e não hipnotizado.

    Demorou entre dois e dez minutos para hipnotizar as pessoas enquanto eles ficavam no scanner. A sobrecarga de tela de computador, em seguida, presenteou-os com um padrão de retângulos amarelo, vermelho, azul e verde, semelhante a uma pintura pelo artista holandês Piet Mondrian. Eles tentaram "drenar" a cor do que viram na tela enquanto o scanner PET registrou sua atividade cerebral. Sob as mesmas condições, eles viram os retângulos em vários tons de cinza e teve de colori-los com suas mentes.

    Quando não está sob hipnose, as pessoas pediram para perceber a cor - se eles realmente viram a cor ou não - mostrou atividade somente no lado direito de seus cérebros. (O cérebro é dividido em hemisférios direito e esquerdo por um sulco cheio de fibras nervosas que ligam as duas metades). Quando disse para ver cinza, se olhar para a cor ou cinza, mais uma vez muda de atividade ocorreu apenas no lado direito.

    Esse resultado era esperado com base em pesquisas anteriores. No entanto, sob o hipnotismo os pesquisadores descobriram que Kosslyn chama de "um ajuste curioso." Tanto o hemisférios esquerdo e direito respondeu. Em outras palavras, o lado direito do cérebro só respondeu ao que os sujeitos viram quando eles não estavam hipnotizados, mas ambos os lados respondeu sob hipnose.

    "A área de cor hemisfério esquerdo registrado o que as pessoas disseram para ver apenas quando eles foram hipnotizados. Registrado O hemisfério direito o que as pessoas disseram para ver [independentemente do que eles realmente viram] ou não foram hipnotizados", Kosslyn explica. "Se você perguntar às pessoas [que não estão hipnotizados] para visualizar cores em um teste padrão cinzento, ou vice-versa, apenas o hemisfério direito é ativado durante a tarefa. Assim, os nossos resultados no hemisfério esquerdo não poderia ter sido produzida por imagens mentais sozinho .

    "O que nós mostramos pela primeira vez", Kosslyn conclui, "é que a hipnose altera a experiência consciente de uma forma não é possível quando não estamos sob hipnose."

    Como funciona a hipnose

    Por que as diferenças hemisféricas? Kosslyn e seus colegas acreditam que o hemisfério direito é mais sensível aos objetivos e expectativas.Esta parte do cérebro tem mais facilidade para reinterpretar a experiência sensorial para combinar com as imagens que uma pessoa quer perceber - ver cor onde não existe, ou a cor de uma paleta cinza.Essa idéia se encaixa com o fato de que, na maioria das pessoas, os negócios do lado esquerdo mais com a lógica ea razão, por isso pode exigir um impulso extra a partir de hipnose para dissociar-se dos sentidos, ou seja, para mudar o que é realmente visto.

    Essa dissociação de sentidos, Kosslyn e Thompson especular, pode contribuir para o sucesso da hipnose na redução da dor e da ansiedade, combate a insônia, e ajudar algumas pessoas a parar de fumar. Dor, ansiedade, insônia e tabagismo, pode ser reduzida pelo mesmo tipo de atividade cerebral que permite que algumas pessoas drenar cor dos retângulos de cores brilhantes.

    Altamente hypnotizables aparentemente seria melhor nisso do que a maioria das pessoas ou aqueles que apresentam os mais baixos níveis de submissão. Thompson está a estudar as diferenças cerebrais entre hypnotizables altas e baixas. Até agora, ele descobriu que a parte-meio de uma área do cérebro chamada giro cingulado mostra mais atividade nos altos do que baixos. Esta área lida com atenção e emoção.

    A mudança de um cérebro por hipnose significa hypnotizables pode ganhar mais controle sobre o que são funções normalmente involuntárias do cérebro - respostas ao estresse, regulação dos hormônios, o controle do sistema imunológico, por exemplo? Talvez.David Spiegel, da Escola de Medicina da Universidade de Stanford, que colaborou em experimentos de cor, está interessado na possibilidade de reforçar as defesas do organismo contra a doença por meios psicológicos que podem incluir a hipnose. Existe evidência de que o fortalecimento dessas defesas podem reduzir a taxa de crescimento do tumor do câncer.

    Neste ponto, nada além de mudar a percepção da cor é pura especulação, Kosslyn e Thompson insiste. No entanto, Kosslyn refere-se ao seu estudo como "a ponta fina de uma cunha que mostra que a experiência consciente pode ser alterado de forma intencional dirigido por hipnose."

    Outros pesquisadores que participaram nestas experiências incluem Professor Associado de Radiologia Nathaniel Alpert da Harvard Medical School e Maria Costantini-Ferrando de Weill Medical College, da Universidade de Cornell. A pesquisa foi possível graças a uma bolsa da John D. e Catherine T. MacArthur Foundation.

    Fonte: Harvard University Por William J. Cromie, Diário Pessoal

     
  • Pesquisa comprova: consciente pode ser alterado de forma intencional dirigido por hipnose.

    Pesquisa comprova:

    Consciente pode ser alterado de forma intencional dirigido por hipnose.

    Assuntos ver cor onde não existe

     

    As pessoas têm sido hipnotizado para ver cor onde só existem tons de cinza, e ver cinza quando, na verdade, olhando em retângulos coloridos.

    Esse resultado não seria tão surpreendente em um desfile de carnaval ou estágio, mas se trata de um experimento científico rigorosamente controlado feito em um centro médico da Universidade de Harvard.

    Pesquisadores hipnotizado separadamente oito pessoas, enquanto estavam deitados em uma máquina de digitalização que gravaram a atividade em seus cérebros. Estes temas, em seguida, tentou drenar cor brilhante de fotos, ou ver a cor que não existia. Eles também tentaram fazer a mesma coisa quando não hipnotizado. Os registros de atividade cerebral mostram claramente que a hipnose pode alterar o estado do cérebro.

    "A hipnose tem uma história controversa", observa Stephen Kosslyn, professor de psicologia em Harvard e líder do estudo. "Alguns insistem que é um estado de espírito que difere de estados normais e envolve conseqüências únicas, outros dizem que não é nada mais do que Estado-show gimmickry."

    omo exemplo, se você der alguns homens um tijolo e pedir-lhes para mantê-lo no comprimento do braço, enquanto eles podem, eles serão capazes de fazê-lo por cerca de cinco minutos. Mas se você hipnotizar-los, eles vão segurar o tijolo fora por 15-20 minutos. Esse resultado favorece a idéia de que a hipnose cria um estado único de espírito.

    No entanto, se você contar os homens que algumas mulheres que foram testados apenas realizou o tijolo fora por 20 minutos, eles também irá mantê-lo por tanto tempo sem ser hipnotizado. Esse resultado favorece a sugestionabilidade, ou role-playing explicação.

    "Tudo se resume à questão de saber se o cérebro está a fazer algo diferente", diz Kossyln. A resposta é sim, aparentemente, pelo menos no caso da percepção de cores.

    Como o cérebro muda

    Para mostrar como o hipnotismo é controverso entre os cientistas, Kosslyn e seus colegas tiveram grande dificuldade em fazer passar a sua pesquisa publicada. Duas das maiores revistas científicas do mundo não iria publicar os resultados.

    "Um deles perguntou por três revisões distintas", observa William Thompson, um assistente de pesquisa no departamento de psicologia da Universidade de Harvard. "Então, eles ainda transformaram a relatório mesmo depois que respondeu a todas as suas críticas." Após três anos, o estudo foi finalmente publicado como matéria de capa na edição de agosto do American Journal of Psychiatry .

    Ambos Kosslyn e Thompson ressaltar que o experimento funcionou apenas em pessoas "altamente hipnotizáveis", uma categoria que inclui apenas cerca de 8 por cento de todas as pessoas. "Nós pré-testados 125 indivíduos e para aqueles que pontuaram mais baixo em hypnotizability, os resultados foram apenas lixo", diz Kosslyn. "Eles não podiam fazer a tarefa."

    O altamente hypnotizables deslizou horizontalmente em um scanner de tomografia por emissão de pósitrons (PET) no Massachusetts General Hospital, um hospital-escola de Harvard, em Boston. Eles inalado um breve tipo, ligeiramente radioativo de oxigênio. O oxigênio traça o fluxo de sangue e torna visíveis as partes mais ativas do cérebro quando um assunto está hipnotizado e não hipnotizado.

    Demorou entre dois e dez minutos para hipnotizar as pessoas enquanto eles ficavam no scanner. A sobrecarga de tela de computador, em seguida, presenteou-os com um padrão de retângulos amarelo, vermelho, azul e verde, semelhante a uma pintura pelo artista holandês Piet Mondrian. Eles tentaram "drenar" a cor do que viram na tela enquanto o scanner PET registrou sua atividade cerebral. Sob as mesmas condições, eles viram os retângulos em vários tons de cinza e teve de colori-los com suas mentes.

    Quando não está sob hipnose, as pessoas pediram para perceber a cor - se eles realmente viram a cor ou não - mostrou atividade somente no lado direito de seus cérebros. (O cérebro é dividido em hemisférios direito e esquerdo por um sulco cheio de fibras nervosas que ligam as duas metades). Quando disse para ver cinza, se olhar para a cor ou cinza, mais uma vez muda de atividade ocorreu apenas no lado direito.

    Esse resultado era esperado com base em pesquisas anteriores. No entanto, sob o hipnotismo os pesquisadores descobriram que Kosslyn chama de "um ajuste curioso." Tanto o hemisférios esquerdo e direito respondeu. Em outras palavras, o lado direito do cérebro só respondeu ao que os sujeitos viram quando eles não estavam hipnotizados, mas ambos os lados respondeu sob hipnose.

    "A área de cor hemisfério esquerdo registrado o que as pessoas disseram para ver apenas quando eles foram hipnotizados. Registrado O hemisfério direito o que as pessoas disseram para ver [independentemente do que eles realmente viram] ou não foram hipnotizados", Kosslyn explica. "Se você perguntar às pessoas [que não estão hipnotizados] para visualizar cores em um teste padrão cinzento, ou vice-versa, apenas o hemisfério direito é ativado durante a tarefa. Assim, os nossos resultados no hemisfério esquerdo não poderia ter sido produzida por imagens mentais sozinho .

    "O que nós mostramos pela primeira vez", Kosslyn conclui, "é que a hipnose altera a experiência consciente de uma forma não é possível quando não estamos sob hipnose."

    Como funciona a hipnose

    Por que as diferenças hemisféricas? Kosslyn e seus colegas acreditam que o hemisfério direito é mais sensível aos objetivos e expectativas.Esta parte do cérebro tem mais facilidade para reinterpretar a experiência sensorial para combinar com as imagens que uma pessoa quer perceber - ver cor onde não existe, ou a cor de uma paleta cinza.Essa idéia se encaixa com o fato de que, na maioria das pessoas, os negócios do lado esquerdo mais com a lógica ea razão, por isso pode exigir um impulso extra a partir de hipnose para dissociar-se dos sentidos, ou seja, para mudar o que é realmente visto.

    Essa dissociação de sentidos, Kosslyn e Thompson especular, pode contribuir para o sucesso da hipnose na redução da dor e da ansiedade, combate a insônia, e ajudar algumas pessoas a parar de fumar. Dor, ansiedade, insônia e tabagismo, pode ser reduzida pelo mesmo tipo de atividade cerebral que permite que algumas pessoas drenar cor dos retângulos de cores brilhantes.

    Altamente hypnotizables aparentemente seria melhor nisso do que a maioria das pessoas ou aqueles que apresentam os mais baixos níveis de submissão. Thompson está a estudar as diferenças cerebrais entre hypnotizables altas e baixas. Até agora, ele descobriu que a parte-meio de uma área do cérebro chamada giro cingulado mostra mais atividade nos altos do que baixos. Esta área lida com atenção e emoção.

    A mudança de um cérebro por hipnose significa hypnotizables pode ganhar mais controle sobre o que são funções normalmente involuntárias do cérebro - respostas ao estresse, regulação dos hormônios, o controle do sistema imunológico, por exemplo? Talvez.David Spiegel, da Escola de Medicina da Universidade de Stanford, que colaborou em experimentos de cor, está interessado na possibilidade de reforçar as defesas do organismo contra a doença por meios psicológicos que podem incluir a hipnose. Existe evidência de que o fortalecimento dessas defesas podem reduzir a taxa de crescimento do tumor do câncer.

    Neste ponto, nada além de mudar a percepção da cor é pura especulação, Kosslyn e Thompson insiste. No entanto, Kosslyn refere-se ao seu estudo como "a ponta fina de uma cunha que mostra que a experiência consciente pode ser alterado de forma intencional dirigido por hipnose."

    Outros pesquisadores que participaram nestas experiências incluem Professor Associado de Radiologia Nathaniel Alpert da Harvard Medical School e Maria Costantini-Ferrando de Weill Medical College, da Universidade de Cornell. A pesquisa foi possível graças a uma bolsa da John D. e Catherine T. MacArthur Foundation.

    Fonte: Harvard University Por William J. Cromie, Diário Pessoal

     
  • Cicatrização. Pesquisa cientifica derruba muitos mitos sobre a hipnose.

    Hipnose ajuda a cicatrização   

     

    "A hipnose tem sido usada na medicina ocidental por mais de 150 anos para tratar de tudo, desde a ansiedade para a dor, a partir de aliviar as náuseas da quimioterapia do câncer de melhorar o desempenho esportivo", diz a pesquisadora Carol Ginandes da Harvard Medical School. A lista de aplicativos que fornece inclui o tratamento de fobias, pânico, baixa auto-estima, insônia, disfunção sexual, stress, tabagismo, colite, verrugas, dores de cabeça e pressão arterial elevada."Todos esses usos funcionais podem ajudar uma pessoa a se sentir melhor," Ginandes continua. "Eu também estou interessado em usar a hipnose para ajudar as pessoas a ficar melhor fisicamente. Isso significa usar a mente para fazer mudanças estruturais no corpo, para acelerar a cura ao nível do tecido. "Dois estudos experimentais pequenas por Ginandes e seus colegas têm indicado que a hipnose parece ajudar a cicatrização de ossos quebrados e recuperação de feridas depois de mama cirurgia de redução. Ginandes diz que mais pesquisas são necessárias para o uso da hipnose como uma ferramenta terapêutica.

    Hipnose ajuda a cura:

    Feridas cirúrgicas cicatrizam mais rápido

    Carol Ginandes derruba muitos mitos sobre a hipnose. "As pessoas não entram em um estado de zumbi, onde eles podem ser feitos para fazer coisas contra a sua vontade", diz ela. (Staff foto de Stephanie Mitchell)
    Marie McBrown foi convidado para testar se ou não a hipnose poderia ajudar a curar as cicatrizes de sua cirurgia de mama. Marie (nome fictício) e outras 17 mulheres foram submetidas a cirurgia para reduzir o tamanho da mama.

    É uma operação comum para as mulheres cujas mamas são grandes o suficiente para causar costas e nos ombros, interferir com as tarefas de rotina, ou problemas psicológicos e sociais imediatas. A dor eo curso de cura de tal cirurgia é bem conhecida, e uma equipe de pesquisadores liderados por Carol Ginandes da Harvard Medical School e Patricia Brooks, do Instituto União em Cincinnati queria determinar se a hipnose poderia acelerar a cicatrização e recuperação.

    "A hipnose tem sido usada na medicina ocidental por mais de 150 anos para tratar de tudo, desde a ansiedade para a dor, a partir de aliviar as náuseas da quimioterapia do câncer de melhorar o desempenho esportivo", diz Ginandes. A lista de aplicativos que fornece inclui o tratamento de fobias, pânico, baixa auto-estima, insônia, disfunção sexual, stress, tabagismo, colite, verrugas, dores de cabeça e pressão arterial elevada.

    "Todos esses usos funcionais podem ajudar uma pessoa a se sentir melhor," Ginandes continua. "Eu também estou interessado em usar a hipnose para ajudar as pessoas a ficar melhor fisicamente. Isso significa usar a mente para fazer mudanças estruturais no corpo, para acelerar a cura ao nível dos tecidos."

    Quatro anos atrás, Ginandes e Daniel Rosenthal, professor de radiologia da Escola Médica de Harvard, publicou um relatório sobre o estudo da hipnose para acelerar o conserto de ossos quebrados. Eles recrutaram 12 pessoas com tornozelos quebrados que não necessitaram de cirurgia e que receberam o tratamento habitual no Massachusetts General Hospital em Boston. Além disso, Ginandes hipnotizado metade deles, uma vez por semana durante 12 semanas, enquanto que a outra metade recebeu apenas o tratamento normal. O mesmo médico aplicado o gesso e outros cuidados, e os mesmos radiologistas tiraram raios-X regulares para monitorar o quão bem eles curado.Um radiologista que avaliou os raios-X não sabia que os pacientes foram submetidos a hipnose.

    O resultado se destacou como um tornozelo dolorido. Aqueles que foram hipnotizados curados mais rapidamente do que aqueles que não eram. Seis semanas após a fratura, os do grupo de hipnose mostrou o equivalente a oito semanas e meia de cura.

    Como hipnotizar

    Nem todo mundo está convencido pelos resultados. Alguns especialistas afirmam que as diferenças podem ser explicadas pela atenção extra - o maior apoio psicológico - para os pacientes hipnotizados. Então, quando ela estava pronta para tentar a hipnose novamente em 18 pacientes de cirurgia de mama, Ginandes separá-los aleatoriamente em três grupos. Todos tem o mesmo cuidado cirúrgico pelos mesmos médicos. Seis receberam apenas o tratamento padrão, seis também recebeu atenção e apoio e de um psicólogo, e seis foram submetidos a hipnose antes e após a cirurgia.

    Sessões de hipnose ocorreu uma vez por semana, durante oito semanas. Calmante psicológica ocorreu no mesmo horário.

    Ginandes não colocar os pacientes para dormir balançando um relógio como um pêndulo, enquanto os pacientes estava em um sofá. "Isso só acontece nos filmes", ela ri."Na hipnose, as pessoas não perder o controle e entrar em um estado de zumbi, onde eles podem ser feitos para fazer coisas contra a sua vontade. Eles não têm de se deitar, você pode entrar em um estado de hipnose em pé, mesmo pé sobre sua cabeça. pacientes nem sequer ir dormir, em vez disso, eles entram em um estado de consciência absorvido, e não ao contrário perder-se em um bom livro ou peça de música favorita ".

    Enquanto neste estado, Ginandes ofereceu sugestões que foram sob medida para diferentes estágios de cirurgia e cura, Antes da cirurgia, as sugestões enfatizou diminuir dor e ansiedade. "Você pode até mesmo sugerir a um paciente que ela pode reduzir o sangramento durante a cirurgia, controlando o seu fluxo de sangue", Ginandes observa.No geral, as sugestões focadas em coisas como expectativa de conforto, diminuição da inflamação, cicatrizes diminuída, acelerou a cicatrização de feridas, o retorno às atividades normais, e os ajustes auto-imagem.

    As mulheres receberam fitas de áudio destas sessões para que eles pudessem praticar em casa.

    Em uma semana, sete semanas após a cirurgia, enfermeiros e médicos que participaram do estudo visivelmente avaliação e quantificação das feridas de todos os três grupos, sem saber qual grupo as mulheres estavam. Eles tiraram fotos digitais por três médicos para rever. Cada paciente também avaliado o seu próprio processo de cura e quanto a dor que sentia em escalas de zero a 10.

    O resultado foi claro. Marie McBrown e as mulheres que se submeteram a hipnose curou significativamente mais rápido que os outros. Aqueles que receberam a atenção de apoio ficou em segundo lugar.

    De besteira para hurra

    Os pesquisadores relataram esses resultados na edição de abril do American Journal of Clinical Hypnosis. Este relatório, é claro, não prova conclusivamente que a hipnose vai acelerar a cicatrização de feridas. A maior limitação do estudo envolve o pequeno número de pacientes, o que torna difícil a generalização dos resultados para outros tipos de feridas. Depois, há o possível efeito de expectativa, a crença de alguns pacientes que o hipnotismo vai funcionar. É o mesmo efeito visto quando as pessoas que tomam a pílula de açúcar para fazer uma dor nas costas, bem como as pessoas que tomam medicamento. Vai exigir mais estudos envolvendo maior número de pessoas para obter a maioria dos médicos que gritar viva em vez de besteira.

    Ginandes concorda. "Nosso estudo reforça a necessidade de mais testes científicos da hipnose", diz ela. "Estudos posteriores poderão esclarecer especulações não resolvidas sobre os mecanismos pelos quais a sugestão hipnótica podem desencadear os efeitos físicos e psicológicos que vemos."

    Ela e seus colegas sugerem que futuros experimentos para comparar os efeitos de relaxamento hipnótico simples versus "sugestões orientadas para a cicatrização do tecido." Eles também gostariam de ver mais trabalho feito usando hipnose para pessoas que sofrem de outros tipos de feridas, como úlceras nos pés causadas pelo diabetes.

    No entanto, Ginandes acredita que o estudo da cicatrização após a cirurgia de mama "quebra a terra para estudar uma ampla e emocionante de novos tratamentos adjuvantes. Uma vez que a hipnose clínica é um método não invasivo, o tratamento nondrug, achando que ele pode acelerar a cicatrização de feridas e outras condições podem levar a menos visitas a consultórios médicos e retorno mais rápido às atividades normais. Além disso, uma investigação mais aprofundada pode confirmar nossa suposição de que a mente pode influenciar a cura do corpo ".

    Fonte: Harvard University Por William J. Cromie Diário Pessoal

     

     
  • A conexão mente-corpo é aceito dentro da comunidade médica

    Olhar sóbrio em 'conexão mente-corpo'

     

    Medicina mente-corpo vai por muitos nomes hoje - incluindo a medicina holística, complementar ou alternativa.

     Independentemente do que ele é chamado, muitas pessoas abraçam as idéias por trás da conexão mente-corpo e seu efeito na saúde, por vezes, apesar da falta de evidência científica a favor.

    Em seu livro publicado recentemente, "A Cura Dentro: A History of Mind-Body Medicine" (WW Norton & Company, 2008), Anne Harrington explora a crença de longa duração e generalizada nestas práticas médicas convencionais.

    De acordo com Harrington, professor e presidente do Departamento de História da Ciência na Faculdade de Artes e Ciências (FAS), a popularidade da medicina mente-corpo, muitas vezes decorre de insatisfação com a medicina convencional. Muitas pessoas com doenças crônicas ou agudas não receber respostas satisfatórias de regular ou medicina alopática - ou receber respostas que não são fáceis de ouvir.

    "Por alguma", diz Harrington, "as idéias e práticas da medicina corpo-mente - idéias sobre stress, sobre o pensamento positivo, sobre os benefícios de saúde de técnicas como meditação - ajuda para trazer o sofrimento de uma pessoa em foco, ajudá-la a fazer sentido e oferecem maneiras para uma pessoa ter algum controle direto percebida sobre a sua experiência. Por estas razões, a medicina mente-corpo pode ser capacitar e [pode] sugerir maneiras que as pessoas podem mudar suas vidas, a fim de ganhar o controle sobre o curso de sua doença ".

    Mas, como Harrington ilustra no livro, medicina mente-corpo tem uma história extensa, rica em detalhes e ressonante, apontando para explicações mais profundas para que as pessoas segurar a essas idéias.

    Uma das razões para a potência da medicina mente-corpo, sugere Harrington, é que muitas de suas idéias centrais têm as suas raízes na religião, e particularmente na tradição judaico-cristã. Ela cita, por exemplo, o poder da sugestão, e aplica uma interpretação psicológica a um ritual de cura que remonta aos tempos medievais, quando os sacerdotes expulsou demônios, forçando-os a deixar um corpo saudável. A essência psicológica do ritual persistiu, diz Harrington, mas foi a primeira secularizada e medicalizada. O resultado é que hoje alguns acreditam que "figuras de autoridade", como hipnotizadores pode causar sintomas a desaparecer com a força de um comando imperativo, assim como as pessoas medievais acreditavam que os padres podiam causar demônios para partir, através do poder de um imperativo.

    Da mesma forma, as ideias agora seculares sobre o poder do pensamento positivo têm suas raízes, diz Harrington, em relatos do Novo Testamento de cura através da fé. E a terapia da conversa, acrescenta ela, que se tornou amplamente aceita como um tratamento para os chamados distúrbios psicossomáticos, como resultado da psicanálise freudiana, tem suas origens em crenças no poder de cura do ritual da confissão.

    "Compreender as raízes religiosas dessas ideias explica parte do seu poder e por que eles se sentem tão convincente", diz Harrington. "Essas idéias existia como narrativas religiosas antes eram narrativas científicas ou médicas. E parece claro que a idéia religiosa que tem sido secularizada retém parte da energia que lhe deu origem. "

    O livro é estruturado em torno do que Harrington chama seis narrativas principais que aparecem repetidamente ao longo medicina mente-corpo e juntos nos ajudam a entender por que ele está do jeito que ele faz. Essas histórias abordar como as pessoas acreditam que a mente tem o poder de adoecer ou curar. Cada capítulo é dedicado a uma das seis narrativas: o poder da sugestão; o corpo que fala; o poder do pensamento positivo; quebrado pela vida moderna; laços de cura; e para o leste viagens.

    No livro, Harrington tenta fazer justiça, diz ela, não só para a história das idéias que compõem a medicina mente-corpo, mas para as maneiras pelas quais essas idéias afetam as experiências pessoais das pessoas sobre a doença. Ela argumenta, por exemplo, que a história da hipnose mostra claramente que a experiência das pessoas de estados de transe - o que acontece com seus corpos, como eles se comportam - mudou ao longo do tempo, de acordo com uma história de mudança sobre o que é "suposto" para acontecer. Da mesma forma, a experiência de estresse também mudou: as pessoas que viviam em cidades no século 19 relataram uma série de sintomas, em resposta aos desafios da vida moderna diferentes dos sintomas de moradores urbanos de hoje. Através deste exame, Harrington explica, vemos evidências de que as experiências de corpos responder às mudanças nas sugestões culturais, e desta forma acabam também têm histórias próprias.

    Dentro da comunidade médica mainstream hoje, a conexão mente-corpo é aceito em vários graus. Alguns negam qualquer efeito da mente sobre o corpo para além da existência do efeito placebo, que consideram não ter implicações terapêuticas duradouras. Outros reconhecem os riscos para a saúde de estresse, por exemplo, mas são céticos das afirmações mais amplas para a cura através do poder da "mente sobre a matéria." Ainda outros consideram o próprio efeito placebo para ser evidência de uma importante conexão mente-corpo com base em fisiologia ; estão impressionados com evidências epidemiológicas apontando para os benefícios de saúde de apoio social; e apontam para novas evidências de benefícios para a saúde de outras técnicas mente-corpo, como biofeedback, hipnose e meditação.

    A história ainda não acabou, diz Harrington. Historicamente, algumas das idéias da medicina mente-corpo que já foram tomadas para concedido caíram dentro e fora do favor com a medicina convencional. Harrington salienta que foi amplamente aceito pela maioria dos médicos, pelo menos até a década de 1970 que as doenças como a asma, úlceras e até câncer poderiam ser causados ¿¿por emoções reprimidas e / ou stress. Hoje, poucas pessoas aderem a essa ideia em sua forma clássica, e ainda as variantes dessas idéias persistem à margem da medicina convencional. Se a história é qualquer indicador, é possível que algumas dessas idéias poderia ressurgir, de alguma forma nova no mainstream.

    Mesmo dentro da comunidade médica, diz Harrington, algumas pessoas respondem com pesar quando uma idéia da medicina mente-corpo parece estar cientificamente refutada. Um estudo recente (dezembro de 2007) a olhar para os efeitos da atitude positiva sobre a evolução do câncer descobriram que isso não fez diferença. O estudo resultou em expressões de decepção por parte de alguns membros da comunidade médica, eo autor do trabalho manifestou que sentia muito ter de informar os resultados.

    Queremos acreditar, diz Harrington, na eficácia de muitas dessas práticas, e nós estamos atraídos por seu poder moral e existencial, mesmo quando confrontado com evidências científicas de que talvez devesse tornar-nos mais céticos.

    Fonte: Harvard University Por Amy Lavoie, FAS Comunicações

     
  • Falsas Menorias ....... A memória não é uma fita de vídeo

    Falsas Menorias

    Como as pessoas se lembrar de coisas que nunca aconteceram

    A mulher lembrou que um homem que parecia exatamente como Donald Thompson tinha estuprado. Mas o psicólogo, que, ironicamente, estuda distorção de memória, não se lembrava de nunca se encontrarem a mulher.

    Uma delas foi ter más recordações.

    O estupefato Thompson disse à polícia que, pouco antes do estupro, ele fez uma entrevista de televisão ao vivo, ironicamente, novamente, sobre como as pessoas podem melhorar a sua memória de rostos. Durante o interrogatório, a mulher admitiu que tinha visto o programa. Aparentemente, ela confundiu memória de Thompson com a do estuprador.

    Professor de Psicologia Daniel Schacter vem testando os cérebros de pessoas como acusador de Thompson para determinar o que acontece quando eles têm essas lembranças errantes. No processo, ele e seus colegas recentemente tomou as primeiras imagens da atividade cerebral durante verdadeiras e falsas memórias.

    "A memória não é uma fita de vídeo", diz ele. "Pelo contrário, é uma reconstrução usando pedaços de som, pontos turísticos, palavras e até mesmo gostos armazenados em diferentes partes do cérebro. Gaps em tais reproduções, preenchidos por imaginação, causa de erros e distorções em lembranças de testemunhas oculares e outros aspectos da memória todos os dias."

    Parte da reconstrução ocorre no meio do cérebro, entre as têmporas. Quando as pessoas tentam recordar palavras memorizadas durante experimentos de laboratório, esta região, dominada por uma estrutura curva de sementes de tamanho conhecido como o hipocampo, mostra aumento do fluxo sanguíneo e da utilização de oxigênio. Quando uma memória de palavras faladas soa verdadeiro, tanto a região do hipocampo e da área onde as memórias auditivas são processadas "light up" em exames cerebrais.

    Se a memória de uma palavra é falsa nestas experiências, a área de detecção de som fica mudo, porque nenhum som para essa palavra foi originalmente gravada. No entanto, as partes da frente do cérebro, onde os esforços para recuperar as memórias são centrados, mostram aumento de atividade.

    "Nossa teoria é que a região do hipocampo conta a lobos frontais que há algo familiar lá fora", explica Schacter. "Este último pode, então, procurar ao redor até encontrar algo que cabe a lembrança, se é ou não é correto."

    Evidências de um cenário como esse vem de experimentos de Schacter com amnésicos que sofreram danos no hipocampo, ou medial temporal região. "Esses pacientes apresentam níveis reduzidos de memórias tanto falsas e verdadeiras", explica ele."Eles não reter em suas informações de consciência recentemente dado a eles, dizer uma lista de palavras. Seus lobos frontais não se enganado para fazer associações que não existem e assim para a construção de memórias falsas."

    Detectando Mentiras

    Quando as primeiras imagens de memórias falsas feitas por Schacter e seus colegas foram publicados, levou a especulações de que eles poderiam ser usados ¿¿para detectar falsas memórias de estupro, abuso e assassinato. George Franklin, por exemplo, passou seis anos na prisão depois que sua filha se recuperou de uma memória, aparentemente falsas, que assassinou seu companheiro em 1969.

    No entanto, "a idéia de usar esta técnica como um detector de mentiras é um absurdo", protesta Schacter. Seu grupo fez imagens do cérebro de estudantes que ouviram listas de palavras relacionadas, em seguida, foram convidados mais tarde ou não determinadas palavras estavam nas listas. Eles ouviram "candy", "açúcar", "chocolate", "azedo", "amargo" e outras palavras relacionadas em significado. Depois, eles tiveram que se lembrar, se o "doce" foi nesta lista.

    Cerca de 60 por cento deles lembrou-se ouvir "doce". Esses alunos mostraram aumento da atividade cerebral na área e lobos frontais do hipocampo. Aqueles com memórias verdadeiras de palavras realmente nas listas mostraram aumento da atividade na região atrás da orelha esquerda (córtex temporal superior esquerda), onde as memórias de sons são processados.

    "Eu ficaria chocado", Schacter admite ", se esta área sempre iluminou mais quando a memória é verdade, em vez de false. Isso é muito simplista. Temos de ter muito cuidado para experiências separadas em laboratório, utilizando listas de palavras a partir de memórias de eventos reais . Além de sons, tais memórias envolvem medos, expectativas, desejos e outras emoções ".

    Existem obstáculos adicionais. Schacter fizeram os exames cerebrais no Centro Médico Regional Bom Samaritano, em Phoenix, Arizona, usando uma tecnologia conhecida como a tomografia por emissão de pósitrons (PET). Tais exames custam cerca de US $ 2.000 cada.

    Mas uma maior limitação é que a máquina não revela diferenças absolutas na actividade cerebral, apenas comparações. Isso mostra que o cérebro de 12 estudantes parece quando eles têm verdadeiras ou falsas memórias. Não vai dizer se as experiências de alguém que afirma que ela foi abduzida por alienígenas são reais ou imaginários. Nem vai determinar a veracidade das memórias recuperadas de estupro e assassinato, sem a colaboração adicional.

    Tais "memórias" pode ser ensaiada uma e outra nas mentes das vítimas até que estejam familiarizados o suficiente para iluminar áreas do cérebro associadas com vistas reais e sons. "Não temos nada com que comparar essa atividade", diz Schacter. "A imaginação pode ser tão poderoso como a memória verdadeira."

    Em um livro publicado recentemente e altamente legível, Busca da Memória (Basic Books), Schacter abrange vários aspectos de como as pessoas fazem, perdem, e distorcer suas memórias. No livro, ele relata uma série de casos de falsas memórias formadas com a ajuda de psicoterapia, hipnose, imaginação guiada, ou grupos de apoio. Por exemplo, com a ajuda de um terapeuta, uma jovem mulher chamada Ann chegou a acreditar que ela havia sofrido abuso sexual ritualística vicioso nas mãos de sua mãe e pai. Isso nunca aconteceu.

    Schacter também conta a história de Diana Halbrooks que, durante a psicoterapia, convenceu-se de que ela tinha sido criada, e abusou ritualmente por uma seita satânica. Ela acreditava que sua irmã bebê tinha sido sacrificado pela seita. Halbrooks não acredita mais as coisas e está tentando reparar as lágrimas chocantes da vida de sua família causados ¿¿por essas memórias implantadas.

    Nem todas as memórias recuperadas são falsos, é claro. Schacter descreve o caso de um professor universitário que, com a ajuda da terapia, lembrou-se, então, confirmada, de que um conselheiro do acampamento ele havia molestado quando criança.

    Schacter conclui: "Não há dúvida de que alguns sobreviventes de abuso sexual na infância esquecer incidentes abusivos individuais, e alguma evidência de que eles podem esquecer múltiplos episódios de abuso. Mas há ainda como pouca ou nenhuma evidência científica credível que as pessoas que sofreram anos de abuso violento ou horrível... pode indefinidamente esquecer o abuso. "

    Envelhecimento e Falsas Memórias

    As incríveis imagens do cérebro de falsas memórias não vai mudar essa situação no futuro previsível. A única coisa que vai, diz Schacter, é "uma pesquisa cuidadosa para que o cérebro faz quando está gravando e recupera memórias."

    "Temos que começar com experiências tratáveis ¿¿antes que possamos ir para memórias de eventos inteiros", continua ele. Nos testes mencionados anteriormente, feito com Eric Reiman, da Universidade do Arizona, os estudantes ouviram as palavras que eles tinham ou não tinham ouvido antes. Memórias verdadeiras produzido atividade em áreas do cérebro envolvidas com a fala.

    "O próximo passo seria fazer a mesma experiência com palavras que as pessoas lêem para ver se as áreas que processam informações visuais de luz para cima", explica Schacter. "Nós também queremos adicionar testes de palavras semelhantes fisicamente. Se assuntos ler ou ver 'lago', bem ',' 'fazer' e 'falso', eles vão ter falsas memórias para 'cobra'?"

    Schacter também tentará provar sua teoria de que as pessoas "comprar em uma falsa memória se for associada a uma verdadeira experiência ou conhecimento do passado." Uma maneira de fazer isso seria para sondar o cérebro de pessoas mais velhas, que geralmente têm mais dificuldades do que os jovens a reconhecer palavras de listas previamente estudadas. Isso acontece mesmo se as suas regiões do hipocampo apresentam atividade normal.

    Com base em estudos feitos em associação com colegas do Massachusetts General Hospital, Schacter conclui esta má memória decorre de envelhecimento lobos frontais que não pode fazer o esforço necessário para reconhecer as palavras. Ele prevê que a combinação de atividade do lobo frontal do hipocampo e baixa normal irá produzir mais falsas memórias como as pessoas envelhecem.

    "Podemos ver nenhuma atividade frontal extra para palavras que são falsas do que para aqueles que são verdadeiros", diz ele. "Isso significaria menos capacidade de pensar muito sobre se ou não uma palavra que soa familiar estava realmente em uma lista."

    No geral, as nossas memórias são confiáveis. "Lembrando uma palavra como 'doce' quando não ocorrer em uma lista de palavras associadas não é uma ilusão completa", Schacter argumenta. "Em um certo nível, que representa a essência de uma lista de palavras que incluem 'açúcar', 'Chocolate' e 'bolo'. "

    Obtendo a essência, mas não a palavra mostra que as memórias não são preto e branco. Existem muitos tons de cinza introduzidas pelo conhecimento prévio, as circunstâncias em que gravar ou recuperar uma memória e emoções como o medo eo desejo."Nosso objetivo de pesquisa", diz Schacter, "não é apenas separar o fato legal de fantasia, mas para descobrir por que as pessoas têm memórias falsas ou distorcidas em primeiro lugar."

    Em Busca da Memória, ele cita o exemplo hipotético de uma mulher que "foi emocionalmente brutalizada por um pai negligente... e então se lembra de incesto quando nenhum ocorreu. A memória é ilusória... mas pode capturar algo importante sobre o passado que não deve ser descartada Ao contrário do que alguns disseram, não há um meio termo nos-memórias recuperadas debate;.. o problema é identificá-la Eu acredito que esta é a nossa melhor esperança para resolver os argumentos amargos e divisionistas que continuam a assolar entre os pacientes, famílias e profissionais ".

    Fonte: Harvard University Por William J. Cromie Diário Pessoal

     
  • O problema é do Rato!!!

    O problema é do Rato!!!

    Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. 
    Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. 
    Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. 
    Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: 

    - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!!

     A galinha disse:
    - Desculpe-me Sr. rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda. 
    O rato foi até o porco e disse: 
    - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira! 
    - Desculpe-me Sr. rato, 

    disse o porco:

    , mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações. 


    O rato dirigiu-se à vaca E ela lhe disse: 
    - O que? Uma ratoeira? 
    Por acaso estou em perigo? Acho que não! 


    Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. 


    Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. 
    A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. 
    No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. 
    E a cobra picou a mulher... 
    O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. 
    Ela voltou com febre. 
    Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. 
    O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. 
    Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. 
    Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. 
    A mulher não melhorou e acabou morrendo. 
    Muita gente veio para o funeral. 
    O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo. 

    Moral da História:

     Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.

     
  • Pesquisa cientifica revela poder da energia liberada pelas mãos.

    Reiki Validado Cientificamente

    Pesquisa revela poder da energia liberada pelas mãos.

     

    Pesquisa revela poder da energia liberada pelas mãos.
    Energia liberada pelas mãos consegue curar malefícios, afirma pesquisa da USP.

    Um estudo desenvolvido pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar.

    O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade.

    Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.

    Segundo o cientista, durante seu mestrado foi investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores.

    Ricardo Monezi testou o Reiki em ratos com câncer.

    Pesquisas recentes comprovam efeitos benéficos e até encontram explicações científicas para acupuntura e reiki. Estudos sobre o assunto, antes restritos às universidades orientais, ganharam espaço entre pesquisadores americanos, europeus e até brasileiros.  Criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a denominação especial para esses métodos: são as terapias integrativas.

    Um artigo exmecanismo da acupuntura contra a dor foi publicado por pesquisadores da Universidade de Rochester na revista Nature Neuroscience. Criada há quatro mil anos, a prática consiste na aplicação de agulhas em pontos do corpo. Pela explicação tradicional, ela ativa determinadas correntes energéticas para equilibrar a energia do organismo.

    Cientificamente, as agulhas teriam efeitos no sistema nervoso central (cérebro e espinha dorsal). As células cerebrais são ativadas e liberam endorfina, um neurotransmissor responsável pela sensação de relaxamento e bem-estar. O estudo dos nova-iorquinos descobriu uma novidade: a terapia, que atinge tecidos mais profundos da pele, teria efeitos no sistema nervoso periférico. As agulhas estimulam também a liberação de outro neurotransmissor, a adenosina, com poder antiinflamatório e analgésico.

    No experimento com camundongos com dores nas patas, cientistas aplicavam as agulhas no joelho do animal. Eles constataram que o nível de adenosina na pele da região era 24 vezes maior do que o normal e que houve uma redução do desconforto em dois terços.

    A equipe tentou potencializar a eficácia da terapia, colocou um medicamento usado para tratar câncer nas agulhas. A droga aprimorou o tratamento: o nível de adenosina e a duração dos efeitos no organismo dos aniamis praticamente tripliquase triplicou e o tempo de duração dos efeitos no organismo dos ratos também triplicou. Mas este método não poderia ser feito em humanos porque o medicamento ainda não é usado clinicamente. “O próximo passo é testar a droga em pessoas, para aperfeiçoá-la ou para encontrar outras drogas com o mesmo efeito”, diz Maiken Nedergaard, coordenadora do estudo.

    Reiki

    Seus praticantes acreditam nos efeitos benéficos da energia das mãos do terapeuta colocadas sobre o corpo do paciente contra doenças. Para entender as alterações biológicas do reiki, o psicobiólogo Ricardo Monezi testou o tratamento em camundongos com câncer. “O animal não tem elaboração psicológica, fé, crenças e a empatia pelo tratador. A partir da experimentação com eles, procuramos isolar o efeito placebo”, diz. Para a sua pesquisa na USP, Monezi escolheu o reiki entre todas as práticas de imposição de mãos por tratar-se da única sem conotação religiosa.

    No experimento, a equipe de pesquisadores dividiu 60 camundongos com tumores em três grupos. O grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento; o grupo “controle-luva” recebeu imposição com um par de luvas preso a cabos de madeira; e o grupo “impostação” teve o tratamento tradicional sempre pelas mãos da mesma pessoa.

    Imposição de mãos nos grupos 'Controle-Luva' e 'Impostação', respectivamente (Vide imagen principal retiradas do mestrado de Monezi)

    Depois de sacrificados, os animais foram avaliados quanto a sua resposta imunológica, ou seja, a capacidade do organismo de destruir tumores. Os resultados mostraram que, nos animais do grupo “impostação”, os glóbulos brancos e células imunológicas tinham dobrado sua capacidade de reconhecer e destruir as células cancerígenas.

    “Não sabemos ainda distinguir se a energia que o reiki trabalha é magnética, elétrica ou eletromagnética. Os artigos descrevem- na como ‘energia sutil’, de natureza não esclarecida pela física atual”, diz Monezi. Segundo ele, essa energia produz ondas físicas, que liberam alguns hormônios capazes de ativar as células de defesa do corpo. A conclusão do estudo foi que, como não houve diferenças significativas nos os grupos que não receberam o reiki, as alterações fisiológicas do grupo que passou pelo tratamento não são decorrentes de efeito placebo.

    A equipe de Monezi começou agora a analisar os efeitos do reiki em seres humanos. O estudo ainda não está completo, mas o psicobiólogo adianta que o primeiro grupo de 16 pessoas, apresenta resultados positivos. “Os resultados sugerem uma melhoria, por exemplo, na qualidade de vida e diminuição de sintomas de ansiedade e depressão”. O trabalho faz parte de sua tese de doutorado pela Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).

    Vários trabalhos estaão sendo desenvolvidos com as terapias complementares no Brasil e em outros paises. A psicobióloga Elisa Harumi, avalia o efeito do reiki em pacientes que passaram por quimioterapia; a doutora em acupuntura Flávia Freire constatou melhora de até 60% em pacientes com apnéia do sono tratados com as agulhas, ambas pela Unifesp. A quantidade pesquisas recentes sobre o assunto mostra que a ciência está cada vez mais interessada no mecanismo e efeitos das terapias alternativas.